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Efeitos do Tratamento do Câncer na Nutrição

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 13/08/2018 - Data de atualização: 13/08/2018


Quimioterapia e Hormonioterapia

A quimioterapia e a hormonioterapia podem afetar a absorção de diferentes substâncias provocando diferentes problemas nutricionais.

A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, atinge não somente as células cancerígenas, como também as células sadias do organismo, incluindo as células do revestimento da boca e do trato digestivo. Os efeitos colaterais da quimioterapia podem provocar problemas na ingestão e digestão dos alimentos. Cada medicamento quimioterápico pode causar um efeito colateral diferente, e isso depende da droga, da dose e do tempo do tratamento.

Já a hormonioterapia pode retardar ou até mesmo interromper o crescimento de determinados tipos de câncer, aumentando, bloqueando ou eliminando os hormônios. Os efeitos colaterais comuns da hormonioterapia podem incluir perda de apetite, náuseas, vômitos, boca seca, feridas na boca ou garganta, alteraçõs no paladar, problemas de deglutição, sensacão de saciedade, constipação, diarreia e, em alguns casos, aumento no peso.

Radioterapia


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes de alta energia para destruir, ou inibir, o crescimento das células anormais que formam um tumor. Os efeitos colaterais da radiação dependem não só da região do corpo irradiada, como também da técnica e da dose utilizada.

A radioterapia em qualquer parte do sistema digestivo pode prejudicar a nutrição. A maioria dos efeitos colaterais começa de duas a três semanas após o tratamento e desaparecem algumas semanas após o seu término. Entretanto, alguns efeitos podem continuar por meses ou até mesmo anos depois do fim do tratamento radioterápico. Os efeitos colaterais mais frequentes por região irradiada podem incluir:

Cabeça e pescoço:
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Boca seca ou saliva espessa.
  • Problemas nas gengivas.
  • Alteração do paladar.
  • Problemas de deglutição.
  • Dor ao engolir.
  • Problemas para mastigar e abrir a boca.

Tórax:
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Problema de deglutição.
  • Dor ao engolir.
  • Problemas respiratórios.

Abdome, pelve ou períneo:
  • Náuseas e vômitos.
  • Obstrução intestinal.
  • Colite.
  • Diarréia.

Cirurgia


A cirurgia aumenta a necessidade do organismo de receber nutrientes, uma vez que o corpo precisa de energia extra para ajudar não só a se recuperar da cirurgia, como também para prevenir possíveis infecções.

Se o paciente está desnutrido antes da cirurgia, o risco de infecção no pós-cirúrgico é alta. Nesses casos, os cuidados nutricionais podem precisar ser iniciados antes da cirurgia.

Os principais tipos de câncer cuja cirurgia podem afetar a nutrição são os de cabeça e pescoço, esôfago, estômago e intestino. A retirada de todo, ou parte, de determinados órgãos pode afetara capacidade de alimentação e digestão. Os problemas de nutrição provocados pela cirurgia podem incluir perda de apetite, problemas para mastigar, dificuldade de deglutição e sensação de saciedade.

Imunoterapia


Os efeitos colaterais da imunoterapia podem variar dependendo do tipo de medicamento administrado. Esses efeitos variam de paciente para paciente, podendo incluir fadiga, febre, náuseas, vômitos e diarréia.

Transplante de Medula Óssea


Os pacientes que recebem um transplante de medula óssea têm necessidades nutricionais especiais, uma vez que apresentam risco aumentado de infecção.

A quimioterapia e a radioterapia são administradas antes do transplante e diminuem o número de glóbulos brancos, responsáveis por combater as infecções. É de extrema importância que os pacientes entendam que devem receber uma nutrição adequada e segura quando forem realizar o transplante.

Após o transplante, os pacientes têm um alto risco da doença enxerto versus hospedeiro. A doença enxerto versus hospedeiro pode afetar o trato gastrointestinal ou o fígado, alterando a capacidade do paciente de se alimentar e/ou absorver os nutrientes dos alimentos.

Fonte: National Cancer Institute (04/01/2018)


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