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Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Mieloma Múltiplo

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 13/09/2015 - Data de atualização: 19/11/2015


Contribuição à CONSULTA PÚBLICA Nº 21/14 da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS) sobre o texto preliminar das "Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Mieloma Múltiplo”
 
Posicionamento do Comitê Científico do Instituto Oncoguia
 
O INSTITUTO ONCOGUIA, associação sem fins lucrativos qualificada como organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), comprometida com a defesa e a garantia dos direitos dos pacientes com câncer, bem como promover o acesso do cidadão à informação, prevenção, diagnóstico e tratamento, tendo como missão ajudar o paciente com câncer a viver melhor, com sede na Alameda Lorena, 131, conj. 116, Jardins, CEP 01424-000, São Paulo/SP, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 11.417.283/0001-98, vem, diante de alinhamento científico criterioso, corroborar a contribuição à Consulta Pública nº 21/2014 da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS) sobre o texto preliminar das "Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Mieloma Múltiplo”, enviada pela ABRALE, qual seja:
 
"Em relação aos Critérios Diagnósticos o texto adota as recomendações do "International Myeloma Working Group" que é aceito internacionalmente.

A grande questão em nosso meio é o acesso.

No SUS poucos Centros dispõem de eletroforese e imunofixação de proteínas séricas e urinárias, exame este fundamental para o diagnóstico e monitorização da resposta ao tratamento.

Praticamente, nenhum Centro do Sistema Publico tem acesso a dosagem de cadeias leves e livres no sangue e mesmo na Saúde Suplementar este exame não consta da lista de procedimentos da AMB. Esta análise hoje é considerada fundamental para o diagnóstico de MM não secretor e para as correta monitorização de resposta ao tratamento.

Em relação ao tratamento aqui também as diretrizes contemplam as linhas terapêuticas adotadas internacionalmente.

Também neste ponto em nosso meio o problema fundamental é o acesso.

O bortezomibe é um medicamento fundamental no tratamento do MM em 1ª linha e na recidiva. Aprovado para uso no Brasil sua aplicação no SUS é muito irregular, já que o custo do medicamento não está contemplado no valor das APACS.

Instituições que tem neste instrumento sua fonte fundamental de ressarcimento se encontram impedidas de utilizar este medicamento. É de fundamental importância que este problema seja resolvido.

Sem dúvida, falta acrescentar à lista de medicamentos e esquemas terapêuticos a lenalidomida. Este medicamento não se encontra aprovado no Brasil, mas já é disponível para o tratamento do MM recidivado em mais de 80 países e também para o tratamento do MM em 1ª linha pelo FDA.

A lenalidomida é comprovadamente eficaz mesmo em pacientes previamente tratados com bortezomibe e talidomida tendo sobre esta última vantagem de não provocar neuropatia periférica que é um importante fator limitador da eficaz ao tratamento.”

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