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Dia do Sexo: campanha propõe que se cuidar, até na hora H, também pode ser prazeroso

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 05/09/2019 - Data de atualização: 05/09/2019


Para comemorar o dia 06/09, conhecido como Dia do Sexo, o Instituto Oncoguia – ONG de apoio a pacientes com câncer, realiza uma campanha especial chamada “Prazer em se cuidar – HPV Sob Controle”. Mas o que o câncer tem a ver com sexo? “Queremos que as pessoas se conscientizem de que prazer e autocuidado têm tudo a ver. O HPV, vírus sexualmente transmissível mais comum e frequente na população, está associado ao desenvolvimento de até sete tipos de câncer que poderiam ser evitados se as pessoas tivessem mais consciência sobre a importância de ir ao médico com frequência, fazer exames de rotina. Quando as pessoas se cuidam e sabem que seus parceiros também estão se cuidando, a relação sexual fica muito mais prazerosa e saudável”, afirma Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia. 

Segundo a OMS, cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero, por exemplo, 3º mais prevalente nas mulheres no Brasil (sem contar pele não melanoma), estão associados ao HPV. Uma doença que pode ser prevenida e tratada quando o vírus é descoberto por meio de exames como o Papanicolaou. Para a oncologista e presidente do EVA – Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, Angélica Nogueira Rodrigues, é preciso haver conscientização da importância e da relevância dos exames ginecológicos de rotina. 

“Com o Papanicolaou, o ginecologista identifica possíveis lesões suspeitas e pode solicitar os exames necessários que ajudam a confirmar se algo não vai bem, podendo determinar qual a melhor forma de seguir com essa mulher para evitar que aquilo se torne um câncer. No caso de ser identificado um câncer nos exames, ainda em fase inicial, há melhores chances de tratamento”, explica a médica. Além de fazer o Papanicolaou, é muito importante que a mulher pegue o resultado e veja com seu médico se está tudo bem ou não. Homens também precisam se cuidar!

“Sim, homens também podem ter HPV e, além disso, eles são o principal transmissor do vírus”, alerta Angélica. Por isso, quando a mulher descobre a presença do vírus, é importante conversar com o parceiro para que ele possa também se cuidar. Afinal, além do câncer do colo do útero, o HPV está associado a outros cânceres como de ânus, vulva, vagina, pênis, orofaringe e boca.

Evolução e sintomas do HPV

Na maioria dos casos, o HPV não apresenta sintomas. Em algumas pessoas, pode se manifestar na forma de verrugas na região genital e anal. Em outras ainda podem surgir lesões subclínicas, não visíveis a olho nu. Por isso é muito importante que as mulheres passem regularmente pelo ginecologista para que, inclusive, exames complementares possam ser solicitados. 

“Queremos conscientizar e estimular as pessoas a se cuidarem cada vez mais, a terem prazer nesse cuidado com a própria saúde”, complementa Luciana Holtz. Dos cerca de 100 tipos de HPV existentes, pelo menos 14 são cancerígenos segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

“A maioria dos homens e mulheres sexualmente ativos será infectada em algum momento de suas vidas. Cerca de 90% das infecções desaparecem sozinhas em um período de até 2 anos, mas em alguns casos ela pode não desaparecer e progredir para um câncer. Como não sabemos em quem ele progredirá e em quem ele sumirá, todos devem fazer a prevenção”, alerta Angélica Nogueira.

Camisinha protege contra o HPV?
Embora o sexo seguro seja importante para reduzir as chances de contaminação, a camisinha não garante 100% de proteção contra o HPV. Sua eficácia fica entre 70% e 80%, isso porque ela não isola partes genitais externas que podem estar infectadas pelo vírus e transmiti-lo para o parceiro ou parceira mesmo quando não há penetração. Ainda assim, ela é fundamental. 

Informações para imprensa
Francine Estevão – francineestevao@oncoguia.org.br
Telefone: (11) 5171-7950 / (11) 98790-0241



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