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Detecção Precoce do Câncer de Esôfago

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/05/2015 - Data de atualização: 26/11/2020


A detecção precoce consiste na realização de exames de rastreamento em pessoas assintomáticas. O objetivo do rastreamento é diagnosticar uma doença como o câncer em estágio inicial, quando a chance de cura é maior.

Entretanto, o rastreamento para o câncer de esôfago, na população em geral, não é recomendado. Porque, no momento, não existem exames disponíveis  para diminuir o risco de câncer de esôfago em pessoas do grupo de risco médio para a doença.

No entanto, as pessoas do grupo de alto risco para câncer de esôfago, como aquelas com esôfago de Barrett, muitas vezes são acompanhadas para diagnosticar câncer precocemente assim como condições pré-cancerígenas.

Exames para pessoas do grupo de alto risco

  • Esôfago de Barrett

Muitos especialistas recomendam que as pessoas com alto risco de câncer de esôfago, como aquelas com esôfago de Barrett, façam endoscopia digestiva alta regularmente. Nesse exame, o médico visualiza o interior do esôfago com auxílio do endoscópio. Se necessário, o médico pode coletar pequenas amostras de tecido (biópsia) na área do esôfago de Barrett, que são enviadas posteriormente para análise em um laboratório de patologia.

Não existe uma periodicidade para a realização desse exame, mas a maioria dos médicos recomenda a realização frequente se áreas de displasia são diagnosticadas. Se a displasia for de alto grau a endoscopia é repetida com muito mais frequência.

Se a área de esôfago de Barrett é grande e/ou existe displasia de alto grau, o tratamento é recomendado devido ao alto risco de que um adenocarcinoma já esteja presente, mas ainda não foi diagnosticado ou irá se desenvolver dentro de alguns anos. As opções de tratamento para displasia de alto grau podem incluir cirurgia para remover parte do esôfago com a área anormal, ressecção endoscópica da mucosa, terapia fotodinâmica e ablação por radiofrequência.

  • Síndromes hereditárias

Pessoas com síndromes hereditárias que aumentam o risco de desenvolver câncer de esôfago também devem fazer endoscopia com mais frequência s para procurar câncer ou lesões pré-cancerígenas. Por exemplo, pessoas com tilose ou síndrome de Bloom devem considerar o rastreamento com endoscopia digestiva alta após os 20 anos de idade. Pessoas que têm familiares com esôfago de Barrett hereditário devem considerar o rastreamento com endoscopia alta após os 40 anos.

Acompanhamento e tratamento (se necessário) podem prevenir alguns tipos de câncer de esôfago. E, também podem diagnosticar alguns cânceres precocemente, quando são mais susceptíveis de serem tratados com sucesso.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 20/03/2020, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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