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Descobri um nódulo pulmonar: e agora?

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/07/2021 - Data de atualização: 29/07/2021


A maioria dos nódulos pulmonares é detectada incidentalmente em radiografia e tomografia computadorizada de tórax solicitadas para investigação de outras doenças. Com a pandemia e o aumento do número de realização desses exames, muitos pacientes foram surpreendidos por achados incidentais, como os nódulos.

Todo nódulo é câncer?

É bom lembrar que nem todo nódulo pulmonar é maligno. Na verdade, a grande maioria dos nódulos encontrados acidentalmente são benignos. No Brasil, existe uma elevada frequência de nódulos pulmonares solitários relacionados às elevadas taxas de doenças infecciosas, como a tuberculose.

Mas e agora, o que fazer?

Diante do encontro incidental de um nódulo pulmonar, o paciente deve procurar atendimento especializado, para que seu caso seja avaliado. A investigação dos nódulos é complexa, já que existem sobreposições entre as características dos processos benignos e malignos no seu diagnóstico diferencial. Dessa forma, é necessária avaliação para determinar se o nódulo é benigno ou maligno e, sendo maligno, se sua origem é primária (pulmonar) ou secundária (metastática).

Cada paciente deve ser avaliado de forma individual e fatores como idade, tabagismo e histórico de neoplasia prévia devem ser considerados, assim como características radiológicas da lesão, como tamanho, contorno, localização, presença de gordura ou calcificações.

Atualmente, existem protocolos bem definidos para abordagem e seguimento desses nódulos incidentais, como o Guideline Fleischner Society. Através dele conseguimos definir as lesões consideradas de baixo risco e que não precisam de seguimento, as que podem ser acompanhadas radiologicamente e as que necessitam de uma investigação imediata, utilizando PET-CT, biópsia ou cirurgia.

É importante destacar que a abordagem do nódulo incidental é diferente do nódulo encontrado em pacientes submetidos a rastreamento de câncer de pulmão. Estudos como NSTL e NELSON recomendam (com nível de evidência B) o rastreio anual com tomografia computadorizada de tórax para pacientes entre 50-80 anos, com carga tabágica de pelo menos 20 anos- maço e menos de 15 anos de cessação do tabagismo. As lesões encontradas nesse rastreio devem ser classificadas de acordo com o LUNG- RADS, da Sociedade Americana de Cirurgia, para definição de conduta.

Busque sempre a avaliação de um especialista

Diante da descoberta de um nódulo pulmonar é fundamental procurar a ajuda de um especialista. Somente com o auxílio de um médico especializado será possível determinar a natureza da lesão e a melhor conduta. Vale lembrar que, em caso de câncer, as chances de cura são maiores nos casos em que o diagnóstico é precoce.

Fonte: G1



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