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Descoberta proteína que evita que câncer se espalhe

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/07/2021 - Data de atualização: 26/07/2021


Pesquisadores identificaram uma proteína especializada que parece ajudar a impedir que as células tumorais entrem na corrente sanguínea e se espalhem para outras partes do corpo.

A descoberta é promissora para lidar com a metástase, o espalhamento do câncer além do tumor original, que é uma das maiores causas da mortalidade em todos os tipos de tumor.

"Nós descobrimos que esta proteína, TRPM7, detecta a pressão do fluido que flui na circulação e impede que as células se espalhem pelo sistema vascular," contou o Dr. Kaustav Bera, da Universidade Johns Hopkins (EUA).

"Descobrimos que as células tumorais metastáticas têm níveis desta proteína sensora acentuadamente reduzidos, e é por isso que elas entram com eficiência na circulação, em vez de se afastarem do fluxo de fluido," acrescentou Bera.

As descobertas ajudam a lançar luz sobre uma parte pouco conhecida da metástase, chamada intravasamento, quando células cancerosas que se separaram de um tumor primário entram na circulação para viajar para outras partes do corpo e estabelecer colônias.

Os pesquisadores demonstraram ainda que aumentar artificialmente a expressão de TRPM7 nas células tumorais pode ajudar a interromper a intravasão - e, em última instância, a metástase.

Intravasamento

Há muito se sabe que a TRPM7 regula o cálcio nas células, mas esta nova visão sobre seu papel na migração celular é entusiasmante, de acordo com os pesquisadores.

A proteína detecta o fluxo do fluido no sistema circulatório e instrui a célula a inverter a direção, inibindo assim o intravasamento.

"O processo é semelhante ao que acontece quando você toca uma chaleira quente, sente que está quente e remove a mão," comparou Konstantinos Konstantopoulos, membro da equipe.

A equipe fez ainda uma análise de dados de pacientes com osteossarcoma, câncer de mama, gástrico e hepático que expressaram altos níveis de TRPM7: Os dados mostraram que aqueles com altos níveis de TRPM7 tinham maior probabilidade de viver mais do que aqueles com níveis mais baixos da proteína.

Mais pesquisas são necessárias, mas a equipe afirma ter esperança de que suas descobertas possam levar a novas terapias contra o câncer.

"Precisamos de mais desenvolvimentos antes de levar isso para o ambiente clínico, mas acreditamos que fornecemos, pela primeira vez, um quadro definitivo do papel do TRPM7 em uma etapa crucial da metástase tumoral," disse Konstantopoulos.

Fonte: Diário da Saúde 



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