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Depois da Covid-19, OMS alerta para o câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 11/02/2021 - Data de atualização: 11/02/2021


O início da vacinação da população brasileira contra a Covid-19 traz alento e esperança para a retomada da normalização da vida, em toda a sua potência. No entanto, a pandemia de Sars-Cov-2 deixará consequências que, infelizmente, não sumirão com duas doses da vacina. Uma das mais preocupantes é a que se refere ao controle do câncer. Especialistas tem sido unânimes em afirmar que será um caminho longo e dramático.

Com a pandemia, o ser humano se isolou, ficou preso em casa, obrigado a lidar com incertezas e medos. Sem aviso prévio, houve a imposição de se adaptar rapidamente a um novo estilo de vida. Os níveis de estresse ficaram muito elevados e a imunidade, fragilizada. É neste cenário que os vários tipos de câncer encontram espaço para se instalarem.

Na outra ponta, estão as pessoas que já sofrem com a doença e, por medo, se afastaram do tratamento. A Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criou no final do ano passado um grupo de estudo para entender a relação entre câncer e Covid-19, na intenção de se evitar altos índices de mortalidade de pacientes oncológicos durante a pandemia.

Em 2020 foi observada uma grande redução no acesso aos meios de prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer em todos os países – e também no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 50% dos serviços governamentais de tratamento de câncer foram parcial ou totalmente interrompidos. De acordo com a entidade, “isso trará um impacto no total do número de mortes por câncer nos próximos anos.”

Ainda segundo a OMS, o número de pessoas diagnosticadas com câncer em todo o mundo atingiu a marca de 19, 3 milhões de pessoas – com o número de mortos chegando a 10 milhões. No Brasil, o INCA estima para o próximo triênio a triste marca de 625 mil novos casos de câncer por ano, dos quais quase 10 mil em crianças. Em comunicado à imprensa, a diretora do INCA reafirmou a importância de apresentar as estimativas para o câncer infantil, inclusive por região do país. O dilema é que temos, ao mesmo tempo, um grande avanço do conhecimento científico e um gigantesco déficit no acesso da população aos serviços de saúde.

A boa notícia é que 90% de todas as formas de câncer têm cura, desde que diagnosticados a tempo de tratamento. A prevenção é justamente o caminho mais curto e eficiente para o diagnóstico precoce.

Fonte: Veja Rio

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