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Criocirurgia para Câncer de Próstata

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/06/2014 - Data de atualização: 09/07/2017


A criocirurgia também denominada crioterapia ou crioablação é utilizada para tratar por congelamento o câncer de próstata localizado.

A crioterapia às vezes é usada para tratar o câncer de próstata em estágio inicial. A maioria dos médicos não usa crioterapia como o primeiro tratamento para o câncer de próstata, mas às vezes é uma opção para tratar a recidiva da doença após a radioterapia. Esse procedimento é realizado com o paciente sob anestesia regional ou geral.

Nesta abordagem, o médico insere várias sondas vazias através da pele entre o ânus e o escroto, guiado por ultrassom transretal. Gases frios são inseridos ​​através das agulhas, criando bolas de gelo que destroem a próstata. Para ter certeza que o tecido prostático é destruído sem danos aos tecidos vizinhos, o médico acompanha as imagens pelo ultrassom. Um cateter é mantido no lugar por cerca de 3 semanas após o procedimento para permitir que a bexiga esvazie enquanto o paciente se recupera.

A criocirurgia é menos invasiva do que a prostatectomia radical. Entretanto, comparando-se o procedimento com a cirurgia ou radioterapia, ainda se sabe pouco sobre a eficácia a longo prazo da criocirurgia.

Possíveis Efeitos Colaterais

Os efeitos colaterais da criocirurgia tendem a ser piores se for realizada em homens que já fizeram radioterapia.

A maioria dos homens apresenta sangue na urina durante um dia ou dois após o procedimento, bem como dor na área onde as agulhas foram colocadas. Inchaço no pênis ou escroto também é comum.

O congelamento pode também afetar a bexiga e intestinos, o que pode levar à dor, sensação de queimação e à necessidade de esvaziar a bexiga e o intestino frequentemente, no entanto a maioria dos homens recupera a função intestinal e da bexiga ao longo do tempo.

O congelamento pode danificar os nervos próximos da próstata e causar impotência nos homens que fazem a criocirurgia. A disfunção erétil é mais comum após a criocirurgia do que após a prostatectomia radical.

A incontinência urinária é rara em homens que fazem a criocirurgia como primeira opção de tratamento, mas é comum em homens que já fizeram radioterapia.

Uma fístula entre o reto e a bexiga pode se formar em menos de 1% dos homens após a criocirurgia. Esta complicação rara, mas grave, faz com que a urina vaze para o reto e, muitas vezes requer uma cirurgia de reparação.

Fonte: American Cancer Society (11/03/2016)


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