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Criocirurgia no Tratamento do Câncer de Próstata

  • Equipe Oncoguia
  • - Data da última atualização: 27/06/2014


A criocirurgia também denominada crioterapia ou crioablação é utilizada para tratar por congelamento o câncer de próstata localizado.

Nesta abordagem, o médico insere várias sondas vazias através da pele entre o ânus e o escroto, guiado por ultrassom transretal. Esse procedimento é realizado com o paciente sob anestesia regional ou geral.

Gases frios são inseridos ​​através das agulhas, criando bolas de gelo que destroem a glândula prostática. Para ter certeza que o tecido da próstata é destruído sem danos aos tecidos vizinhos, o médico acompanha as imagens pelo ultrassom. Um cateter é mantido no lugar por cerca de 3 semanas após o procedimento para permitir que a bexiga esvazie enquanto o paciente se recupera.

A criocirurgia é menos invasiva do que a prostatectomia radical. Entretanto, comparando-se o procedimento com a cirurgia ou radioterapia, ainda se sabe pouco sobre a eficácia a longo prazo da criocirurgia.

As técnicas atuais de criocirurgia, orientadas por ultrassom e com monitoramento preciso da temperatura estão disponíveis há poucos anos. Por esta razão, a maioria dos médicos não costumam utilizar a criocirurgia como a primeira opção de tratamento para o câncer de próstata. Às vezes é recomendada para tumores que recidivaram após outros tratamentos.

Possíveis Efeitos Colaterais


Os efeitos colaterais da criocirurgia tendem a ser piores se for realizada em homens que já fizeram radioterapia.

A maioria dos homens apresenta sangue na urina durante um dia ou dois após o procedimento, bem como dor na área onde as agulhas foram colocadas. Inchaço no pênis ou escroto também é comum. O congelamento pode também afetar a bexiga e intestinos, o que pode levar à dor, sensação de queimação e à necessidade de esvaziar a bexiga e o intestino frequentemente, no entanto a maioria dos homens recupera a função intestinal e da bexiga ao longo do tempo.

O congelamento pode danificar os nervos próximos da próstata e causar impotência em até 80% dos homens que fazem a criocirurgia. A disfunção erétil é mais comum após a criocirurgia do que após a prostatectomia radical.

A incontinência urinária é rara em homens que fazem a criocirurgia como primeira opção de tratamento, mas é comum em homens que já fizeram radioterapia e posteriormente criocirurgia.

Uma fístula entre o reto e a bexiga pode se formar em menos de 1% dos homens após a criocirurgia. Este problema raro, mas grave faz com que a urina vaze para o reto e, muitas vezes requer uma cirurgia de reparação.


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