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Crescimento de casos de câncer de pulmão pode estar ligado ao aumento do consumo de cigarro eletrônico

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 28/09/2022 - Data de atualização: 28/09/2022


O médico oncologista do Grupo Hapivida NDI, Flávio Dias de Oliveira, alerta para os riscos do consumo de cigarros eletrônicos. “O modismo do Vape ou cigarro eletrônico é preocupante e nos leva a chamar atenção para a necessidade de um diagnóstico precoce de câncer de pulmão para que o tratamento em pacientes gere resultados”, ressalta o especialista.

De acordo com o médico, nos últimos 10 anos, os cigarros eletrônicos ganharam espaço, principalmente, entre os adultos jovens. “Depois de uma "luta absurda" para redução da dependência do cigarro convencional, casos de câncer de pulmão estão aumentando com essa nova modalidade de cigarro, que inclusive é mais agressiva e prejudicial que o cigarro convencional”, pontua Dr. Flávio Dias.

O colaborador do Grupo Hapvida NDI afirma que o tabagismo produz efeitos perversos e irreversíveis. "A pessoa que deixou de fumar deve seguir realizando exames periódicos mesmo após 30 anos de cessação do fumo", revela o médico. Ele diz ainda que a constatação de doença ocorre, na maioria dos casos, após 5/8 do tempo de vida do pulmão. Ou seja, os profissionais da saúde têm pouco mais de 3/8 do tempo de vida desse pulmão para buscar a recuperação.

Fumante ou não busque acompanhamento médico
Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que o Brasil destina perto de R$ 125 bilhões por ano para tratar as doenças e incapacitações provocadas pelo tabagismo. O percentual de fumantes com 18 anos ou mais no país é de 9,1%. A estimativa é que dois terços dos fumantes sejam homens.

“Consulta médica regular é fundamental, mesmo quando a pessoa deixa o tabagismo. Uma comparação reforça essa tese. A diminuição do risco de doenças cardiovasculares ocorre a partir do segundo ano sem uso de cigarro. No caso do pulmão, esse prazo salta para 30 anos”, diz o médico do Sistema Hapvida.

Os dispositivos eletrônicos não exalam mau cheiro nem provocam a coloração amarelada nos dedos, na roupa ou no cabelo como ocorre com o consumo constante do cigarro convencional. Porém, o tabagismo, em qualquer formato, envolve muitas substâncias químicas, o que afeta os bronquíolos.

"Isso leva ao câncer de pulmão. O uso desses cigarros eletrônicos pode elevar o número de casos da doença", destaca o médico.

No caso do cigarro convencional, são 4.700 substâncias tóxicas, sendo em torno de 20% delas cancerígenas. Daí haver a relação de patologias com tabagistas de longa data ou que consomem vários maços ao longo do dia.

Sinais de alerta
O Dr. Flávio Dias de Oliveira, pontua alguns sinais importantes que devem ser considerados como alerta para possíveis casos de câncer de pulmão. “Fique atento aos sinais do corpo. A presença de sangue no escarro, tosse seca que não melhora, pneumonia de repetição, constatada na mesma região em exames diferentes, também sinaliza lesão”, alerta o especialista.

De acordo com o oncologista do Grupo Hapvida NDI, doenças como bronquite e enfisema pulmonar revelam risco, pelo menos 10 vezes maior, de atingir um fumante do que um não-fumante. O primeiro grupo também é mais acometido de ocorrências como infarto e AVC.

E quem não fuma, mas convive com fumante. É de fato um fumante passivo? Segundo Dr. Flávio, a fumaça que vai para o ar é mais tóxica que aquela que passa pelo filtro do cigarro e acaba no pulmão do fumante. “Portanto, se você é fumante ativo, passivo ou ex-fumante, a melhor forma de prevenção é fazer visitas periódicas ao médico. Esse é o passo inicial. Exames também são necessários. Para se atingir a condição de ex-fumante, muitas vezes há a necessidade de medicamentos, usados com prescrição médica”, conclui Flávio Dias.

Fonte: G1



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