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Conversas Públicas Oncoguia: analisando os principais pontos do relatório RT 2030

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 05/11/2021 - Data de atualização: 05/11/2021


O Oncoguia estreia um novo formato de evento virtual: as Conversas Públicas. Serão eventos com temas importantes e de envolvimento do advocacy, nos quais vamos trazer autoridades no assunto para o debate.

E na primeira edição das Conversas Públicas, realizada no dia 19/10, debatemos sobre a radioterapia sob a luz do RT 2030. Na oportunidade, nossa presidente Luciana Holtz e a coordenadora de advocacy Helena Esteves receberam:

  • Arthur Accioly Rosa, líder do RT 2023 na Sociedade Brasileira de Radioterapia e diretor de radioterapia do grupo Oncoclínicas;
  •  Carmen Zanotto, deputada federal e presidente da Frente Parlamentar Mista da Saúde;
  •  Sandro Martins, pesquisador associado da FioCruz e ex-coordenador geral de atenção especializada do Ministério da Saúde.

Para iniciar o debate, Arthur Accioly fez uma rápida apresentação sobre os principais destaques do RT 2030. Ele apresentou os achados do censo da radioterapia que a SBRT fez para compor o relatório e citou que oprojeto começou em 2018 motivado pela falta de informação acerca do serviço de radioterapia. O censo abrangeu 100% dos serviços de radioterapia do país.

O RT 2030 apurou que em 2019 o país teve 231.565 mil casos de câncer que foram tratados com a radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS) e na Saúde Suplementar. Isso representa uma média de 566 pacientes por máquina. Porém essa distribuição não é igualitária, já que dependendo de onde a máquina está alocada ela pode atender até o dobro do estimado.

A SBRT constatou que existem máquinas com até 40 anos de funcionamento, sendo que o estimado de vida útil desse equipamento é de 15 anos, ou seja, existem muitos serviços obsoletos. Com a projeção feita pela SBRT, cerca de 74% das máquinas que vão estar obsoletas até 2030 são do SUS.

A deputada Carmen Zanotto trouxe para a discussão que o plano de expansão está atrasado e que a pandemia agravou mais esse atraso. Para ela, é um plano bem estruturado, mas que está enfrentando muitos desafios, principalmente acerca da sustentabilidade do serviço. 

A deputada afirmou que vai propor audiência pública para a SBRT apresentar o relatório RT 2030 na Câmara, para sensibilizar atores estratégicos para aumentar o orçamento destinado à radioterapia.
Ainda, Sandro Martins lembrou que as soluções para os problemas apresentados precisam ser trabalhadas pelo Ministério da Saúde executadas no longo a médio prazo. Para ele, associações de pacientes como o Oncoguia podem pressionar para isso, inclusive tendo a deputada como um canal direto para sensibilizar o Ministério.

Quer saber mais sobre como foi esse debate sobre o RT 2030? Assista aqui o evento completo. 

Conteúdo produzido pela equipe do Instituto Oncoguia.



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