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Conhecendo e garantindo os direitos do paciente com câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 03/12/2019 - Data de atualização: 03/12/2019


Maria Imaculada da Silva Barbosa procurou o Oncoguia em abril deste ano para saber como conseguir para o marido o acesso a um medicamento para convulsão. Gilson, de 39 anos, foi diagnosticado em março de 2017 com um glioblastoma, tipo de tumor cerebral, e hoje faz quimioterapia no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. A convulsão é um dos sintomas da doença e ele precisa tomar, constantemente, o medicamento para evitar novos quadros.

Ao falar com nossas especialistas pelo canal Ligue Câncer (0800 773 1666), orientamos Maria Imaculada a procurar diretamente a secretaria de saúde para solicitar o medicamento que não estava sendo oferecido pelo posto de saúde. Além disso, ela aproveitou o contato para conhecer melhor os direitos do marido.

“Meu marido já estava aposentado por invalidez desde 2017 quando diagnosticou o tumor. Desde então, eu precisei parar de trabalhar também para poder cuidar dele, pois ele necessita de cuidados 24 horas por dia, não pode ficar sozinho.” Ao falar com nossa equipe, Maria Imaculada ficou sabendo que por causa de sua condição de cuidadora, a família tinha direito a um acréscimo de 25% na aposentadoria por invalidez de Gilson.

A esposa do paciente entrou em contato conosco no dia 11 de abril e logo já foi atrás do INSS para dar entrada nos papéis do acréscimo. No dia 08 de maio, Gilson passou por uma perícia que comprovou a necessidade de cuidados especiais e no mesmo mês já conseguiu receber a aposentadoria com o reajuste.

“Foi um processo bastante rápido e sem burocracia no INSS. Mas nem todo mundo sabe desse direito. Se soubéssemos disso antes, teríamos garantido esse reajuste há dois anos, quando a doença começou e precisamos parar de trabalhar”, comenta Maria Imaculada.

Diagnóstico

Desde 2013, Gilson começou a apresentar muita dor de cabeça e quadros de surto psicótico. Na ocasião, ele passou por consultas com psiquiatras e tratou por mais de três anos como se tivesse um problema psiquiátrico. Foi em 2017, quando começou a ter convulsões que seu quadro foi investigado no hospital de Campo Limpo e foi diagnosticado o glioblastoma. Em março de 2017 ele passou por cirurgia e depois deu início a sessões de radio e quimioterapia.
 
Quer saber mais sobre os direitos dos pacientes com câncer? Acesse: oncoguia.org.br/direitos-dos-pacientes E se você ficou com alguma dúvida ou precisa de orientação para garantir algum direito de paciente oncológico, entre em contato pelo nosso canal de apoio ao paciente pelo 0800 773 1666. As ligações são gratuitas e atendemos de segunda a sexta, das 9h às 17h.



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