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Como o Câncer de Mama Começa?

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/10/2014 - Data de atualização: 24/07/2020


Muitos fatores de risco podem aumentar a chance de desenvolver câncer de mama, mas ainda não se sabe exatamente como alguns desses fatores de risco tornam as células cancerígenas. Os hormônios parecem desempenhar um papel importante em muitos casos de câncer de mama, mas ainda não se sabe exatamente como isso acontece.

Mutações no DNA hereditárias versus adquiridas

As células mamárias normais se tornam cancerígenas devido a alterações no DNA. O DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas de todas as células. Nós normalmente nos parecemos com nossos pais, porque eles são a fonte do nosso DNA. No entanto, o DNA nos afeta muito mais do que isso. Algumas mutações podem aumentar o risco de determinados tipos de câncer.

Alguns genes têm instruções para controlar o crescimento e a divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células à morte no momento certo são denominados genes supressores do tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações no DNA que se transformam em oncogenes ou por desativação dos genes supressores do tumor.

Mutações genéticas hereditárias

Certas mutações hereditárias podem aumentar o risco de desenvolver determinados tipos de câncer e estão associados a muitos tipos de cânceres que acometem algumas famílias. Por exemplo, os genes BRCA (BRCA1 e BRCA2) são genes supressores de tumor. Quando um desses genes sofre mutação, deixa de suprimir o crescimento anormal, propiciando o desenvolvimento do câncer. Uma mutação em um desses genes pode ser herdada de um dos pais.

As mulheres já começaram a se beneficiar dos avanços na compreensão da base genética do câncer de mama. Os testes genéticos identificam mulheres que herdaram mutações nos genes supressores de tumor BRCA1 ou BRCA2, ou com menos frequência em outros genes, como PALB2, ATM ou CHEK2. Dessa forma, essas mulheres podem tomar medidas preventivas para reduzir o risco de câncer de mama e monitorar quaisquer alterações na mama, de modo a diagnosticar a doença numa fase inicial e iniciar o tratamento. Como as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 também estão associadas a outros tipos de câncer, mulheres com essas mutações também devem considerar o rastreamento precoce e ações preventivas para outros tipos de câncer.

Mutações nos genes supressores de tumores, como os genes BRCA, são consideradas de ‘alta penetrância’ porque geralmente levam ao desenvolvimento do câncer. Embora muitas das mulheres com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 desenvolvam câncer, a maioria dos casos, incluindo o câncer de mama, não são causados por esse tipo de mutação.

As mutações ou variações nos genes em geral são um fator no desenvolvimento do câncer, podendo ter um pequeno efeito sobre o desenvolvimento de casos individuais, mas o efeito global sobre uma população pode ser grande por ser comum, e muitas vezes as pessoas são afetadas com mais de um gene simultaneamente. Os genes envolvidos podem afetar níveis hormonais, metabolismo ou outras condições que interagem com fatores de risco para câncer de mama. Esses genes podem ser responsáveis por grande parte do risco de câncer de mama hereditário.

Mutações genéticas adquiridas

A maioria das mutações do DNA relacionadas ao câncer de mama não são hereditárias, mas adquiridas durante a vida de uma mulher. As mutações adquiridas de oncogenes e/ou genes supressores de tumores podem resultar de outros fatores, como radiação ou substâncias químicas causadoras de câncer, mas até agora não existe comprovação específica de qualquer mutação que cause o câncer mama. A maioria dos cânceres de mama tem várias mutações genéticas adquiridas.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 18/09/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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