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Como a Radioterapia Pélvica pode afetar a Ereção

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/02/2016 - Data de atualização: 16/02/2016


Os cânceres de próstata, bexiga e cólon são muitas vezes tratados com radioterapia pélvica, o que pode provocar problemas com a ereção. Quanto maior a dose total de radiação e o volume de tecido pélvico irradiado, maior a chance de um problema de ereção mais tarde.

A radiação afeta a ereção porque provoca lesões nas artérias que levam o sangue para o pênis. Quando a área tratada cicatriza, os vasos sanguíneos perdem a elasticidade devido ao tecido cicatricial ao redor dos vasos. Eles já não podem se expandir o suficiente para permitir um fluxo de sangue adequado para provocar uma ereção firme. A radioterapia também pode acelerar o endurecimento (arteriosclerose), estreitamento ou mesmo obstrução das artérias pélvicas. A radiação também pode afetar os nervos que controlam a capacidade de ter uma ereção.

A estimativa é que 1 em cada 3 a 4 homens que realizam radioterapia notarão que suas ereções mudaram ao longo do primeiro ano ou mais, após o tratamento. Essa alteração geralmente ocorre lentamente. Alguns homens ainda terão ereções completas, mas, poderão perdê-las antes de chegar ao clímax.

Assim como na cirurgia, quanto mais velho, mais provável que você tenha problemas com as ereções. Homens com doenças cardiovasculares, diabetes ou tabagistas parecem ter um risco aumentado para problemas de ereção. Isso ocorre porque suas artérias já podem ter sido lesionadas antes do início da radioterapia. Os médicos sugerem que a reabilitação peniana precoce possa ajudar após a radioterapia.

Em alguns homens, a produção de testosterona pode diminuir após a radioterapia pélvica. Os testículos podem ser afetados por uma leve dose de radiação dispersa ou pelo estresse geral do tratamento do câncer. Se um homem tiver problemas de ereção ou perda do desejo sexual após o tratamento do câncer, deve ser realizado um exame de sangue para saber os valores de testosterona. No entanto, os níveis de testosterona normalmente voltam ao normal dentro de 6 meses após a radioterapia, assim não serão necessários hormônios extras. Homens com diagnóstico de câncer de próstata não devem tomar testosterona, pois esse hormônio pode acelerar o crescimento de células prostáticas cancerosas.

Homens com Câncer de Próstata que fizeram Radioterapia


A maioria dos homens relatará sua dificuldade com as ereções (disfunção erétil) no prazo de 4 anos após a radioterapia para câncer de próstata. Alguns destes homens podem ter ereções que permitem a penetração, mas apenas 15% terão ereções como antes do tratamento. Muitos homens com câncer de próstata em estágio inicial podem decidir entre radioterapia e cirurgia para o tratamento da doença. Ao analisar os resultados se define que realmente não há muita diferença entre os dois tipos de tratamento. Cerca de 4 anos após qualquer tratamento, a porcentagem de homens com disfunção erétil é a mesma. Alguns tratamentos podem ajudar esses homens a ter de volta suas ereções.


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