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Cirurgia para Tumor Carcinoide Gastrointestinal

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 18/03/2013 - Data de atualização: 18/04/2017


A maioria dos tumores carcinoides gastrointestinais pode ser curada apenas com cirurgia. O tipo de cirurgia depende de alguns fatores, como tamanho e localização do tumor, condições clínicas do paciente e se o tumor está provocando a síndrome carcinoide.

Os principais tipos de cirurgia para os tumores carcinoides gastrointestinais são:

  • Eletrofulguração. Este tratamento destrói o tumor por aquecimento com corrente elétrica. Às vezes é usado para pequenos tumores carcinoides retais, que podem ser alcançados facilmente.

  • Ressecção Endoscópica da Mucosa. Neste procedimento, o tumor é removido com auxílio do endoscópio. Esta técnica é a mais utilizada para tratar pequenos tumores carcinoides do estômago e duodeno, e pode ser usada para retirar pequenos tumores carcinoides do reto.

  • Excisão Local. Neste tipo de cirurgia é removido o tumor, com uma pequena margem de tecido sadio. Esta cirurgia é realizada para tumores carcinoides de até 2 cm de diâmetro. Às vezes, os tumores carcinoides são removidos inadvertidamente. Isso geralmente ocorre com tumores carcinoides do apêndice. Quando o apêndice é removido por alguma outra razão, e enviado para análise após a cirurgia, algumas vezes pode ser diagnosticado um tumor carcinoide no órgão. A maioria dos médicos acredita que se o tumor tinha até 2 cm de diâmetro, a remoção do apêndice (apendicectomia) é curativa e não existe razão para realizar outra cirurgia. A excisão local de tumores carcinoides retais pode ser realizada através do ânus. A excisão local de outros tumores carcinoides GI às vezes pode ser realizada com auxílio do endoscópio, mas geralmente é feita através de uma incisão na pele.

Cirurgias mais Extensas

Para tumores maiores, é necessária uma incisão maior para remover o tumor e os tecidos adjacentes. As principais técnicas utilizadas para este tipo de cirurgia são:

  • Gastrectomia Parcial. Nesta técnica, uma parte do estômago é removida. Quando a parte superior do estômago é retirada, às vezes, parte do esôfago também pode ser removida. Se for retirada a parte inferior do estômago, a primeira parte do intestino delgado pode ser removida. Os gânglios linfáticos regionais também são extraídos.

  • Ressecção do Intestino Delgado. Este é um procedimento para remoção de uma parte do intestino delgado. Quando realizada para tratar um carcinoide do intestino delgado, esta cirurgia inclui a remoção do tumor e do intestino delgado, além da remoção dos gânglios linfáticos e do tecido conjuntivo, que contém os gânglios linfáticos e vasos que transportam sangue para o intestino (mesentério). Os tumores no íleo terminal (última parte do intestino delgado) podem exigir a remoção do lado direito do cólon (hemicolectomia).

  • Pancreatoduodenectomia (Procedimento de Whipple). Neste procedimento é retirado o duodeno, parte do pâncreas, os linfonodos próximos e parte do estômago. A vesícula biliar e parte do ducto biliar comum são removidos, o ducto biliar remanescente é ligado ao intestino delgado para que a bile do fígado possa continuar chegando ao intestino delgado.

  • Ressecção Segmentar do Cólon ou Hemicolectomia. Nesta técnica é removida quase a metade do cólon, bem como o mesentério adjacente, que inclui os vasos sanguíneos e gânglios linfáticos.

  • Ressecção Anterior Baixa. Este procedimento pode ser realizado para alguns tumores localizados na parte superior do reto.

  • Ressecção Abdominoperineal. Esta cirurgia é realizada para tumores grandes ou muito invasivos da parte inferior do reto. Neste procedimento são removidos o ânus, reto e parte do cólon.

Tratamento das Metástases Hepáticas

  • Ressecção Hepática. Neste procedimento, uma ou mais partes do fígado que contêm áreas de disseminação da doença são removidos. Quando não é possível remover todas as áreas de disseminação, pode ser realizada uma cirurgia para remover o máximo possível da doença. Este procedimento é também conhecido como cirurgia citorredutiva. A remoção de metástases hepáticas pode aumentar a sobrevida de alguns pacientes, mas a maioria dos que realizam esse procedimento eventualmente desenvolverão novas metástases hepáticas.

  • Transplante de Fígado. Nesta cirurgia o fígado doente é totalmente removido e substituído por um fígado de doador compatível. 

Fonte: American Cancer Society (08/02/2016)


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