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Cirurgia para câncer de fígado

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/10/2015 - Data de atualização: 14/04/2022


A cirurgia, seja a remoção do tumor ou o transplante do fígado, tem como objetivo a cura da doença.

  • Hepatectomia parcial

A hepatectomia parcial é a cirurgia para a remoção de parte do fígado. Essa cirurgia só é realizada se o paciente estiver num bom estado geral de saúde e todo o tumor possa ser removido, de modo que reste uma parte saudável do fígado. Infelizmente, a maioria dos cânceres de fígado não pode ser completamente removida. Muitas vezes, o câncer já se disseminou, o tumor é muito grande ou está em outras áreas do fígado.
 
No caso de pacientes com cirrose, a remoção até mesmo de uma pequena quantidade de tecido hepático nas adjacências do tumor pode impedir que o fígado remanescente realize suas funções essenciais. Desse modo, os pacientes com cirrose só são elegíveis para a cirurgia se o tumor for pequeno e puder ser mantida uma função hepática razoável. Essa função é avaliada pela pontuação de Child-Pugh, que é uma medida baseada em determinados sintomas e exames de laboratório.
 
Os possíveis riscos e efeitos colaterais da hepatectomia parcial incluem hemorragia, infecções, complicações da anestesia, coágulos sanguíneos e pneumonia. Outra preocupação é que o fígado remanescente ainda tenha a doença que levou ao câncer, podendo desenvolver um novo tumor.

  • Transplante de fígado 

Em geral, os transplantes de fígado são indicados para tumores pequenos, sem invasão de vasos sanguíneos. Na maioria dos casos, o transplante é realizado quando o tumor não pode ser totalmente removido, quer devido à localização ou porque o fígado se encontra muito comprometido.
 
A maioria dos fígados para transplantes vem da doação de órgãos, sendo que boa parte desses órgãos é utilizada em pacientes com outras doenças.
 
Os possíveis riscos e efeitos colaterais do transplante são hemorragia, infecção, coágulos de sangue e complicações da anestesia. Mas existem também outros riscos adicionais após o transplante, por exemplo, rejeição do órgão transplantado.
 
Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Cirurgia Oncológica.
 
Para saber mais sobre alguns dos efeitos colaterais listados aqui e como gerenciá-los, consulte nosso conteúdo Efeitos Colaterais do Tratamento.
 
Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/04/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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