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Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

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Cirurgia do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 14/09/2014 - Data de atualização: 28/05/2019


A cirurgia junto com outras terapias, pode ser uma opção de tratamento para o câncer de pulmão de não pequenas em estágio inicial. Se a cirurgia puder ser realizada, ela oferece a melhor chance de cura da doença.

Se o seu médico indicar cirurgia, será realizada uma prova de função pulmonar com antecedência para verificar se você ainda terá bastante tecido pulmonar funcional  após a cirurgia. Outros exames verificarão a função cardíaca e de outros órgãos para confirmar que você está estável o suficiente para a cirurgia.

Como o câncer de pulmão em estágio avançado não responde ao tratamento cirúrgico, o médico também solicitará exames complementares para verificar se a doença já se disseminou para os linfonodos no mediastino.  

Tipos de cirurgia

Diferentes técnicas cirúrgicas podem ser utilizados para tratar e, possivelmente, curar o câncer de pulmão de não pequenas células:

  • Pneumonectomia ou pneumectomia. Este procedimento consiste na retirada de todo o pulmão, se o tumor estiver localizado próximo ao centro do tórax.
     
  • Lobectomia. Consiste na remoção do lobo inteiro do pulmão que contém o tumor.
     
  • Segmentectomia ou ressecção em cunha. Neste procedimento apenas parte do lobo é removido. Esta técnica é realizada se o paciente não tem função pulmonar suficiente para suportar a retirada do lobo inteiro.
     
  • Ressecção sleeve. Este procedimento pode ser realizado para tratar alguns cânceres localizados nas vias aéreas. O cirurgião pode realizar este procedimento em vez de uma pneumonectomia para preservar mais a função pulmonar.

Em qualquer um desses tipos de cirurgia, os gânglios linfáticos próximos são removidos para evitar a possível disseminação da doença. Essas técnicas requerem anestesia geral e são realizadas por meio de uma incisão cirúrgica entre as costelas geralmente do lado do tórax, denominada toracotomia.

O tipo de cirurgia depende do tamanho e da localização do tumor e do funcionamento dos pulmões. Muitas vezes os médicos preferem realizar uma cirurgia mais extensa, por exemplo, uma lobectomia em vez de uma segmentectomia, se os pulmões do paciente estão saudáveis o suficiente, pois pode proporcionar uma melhor chance de curar a doença.

O tempo de recuperação de uma cirurgia torácica depende de quanto de tecido pulmonar foi removido e do estado geral do paciente antes da cirurgia.

Cirurgia torácica videoassistida

Em casos de câncer de pulmão em estágios iniciais, alguns médicos preferem tratar determinados pacientes com um procedimento chamado cirurgia torácica videoassistida, que é menos invasiva do que uma toracotomia.

Neste procedimento um tubo fino e rígido com uma pequena câmara de vídeo na extremidade é colocado através de um pequeno orifício na parte lateral da caixa torácica para ajudar o cirurgião a visualizar a cavidade torácica em um monitor de TV. Um ou dois outros pequenos furos são feitos na pele, e instrumentos serão inseridos ​​para realizar a mesma operação que seria feita usando uma abordagem aberta (toracotomia). Uma das incisões será ampliada se uma lobectomia ou pneumonectomia for necessária, para permitir a remoção do tecido pulmonar.

A maioria dos especialistas recomenda que apenas os tumores em fase inicial, localizados na parte externa do pulmão sejam tratados desta forma.

Possíveis riscos e efeitos colaterais

As possíveis complicações durante e após a cirurgia dependerão da extensão da cirurgia e do estado de saúde geral do paciente. As complicações graves podem incluir sangramento intenso, infecções e pneumonia.

A cirurgia do câncer de pulmão é uma operação de grande porte e sua recuperação normalmente leva de semanas a meses. Se os pulmões estão em boas condições geralmente o paciente pode retornar a suas atividades normais depois de algum tempo, mesmo se um lobo ou até mesmo um pulmão inteiro foi removido. Se o paciente tiver outras doenças não cancerígenas, como enfisema ou bronquite crônica ou doenças cardíacas, poderá apresentar ou aumentar a falta de ar nas atividades após a cirurgia.

Cirurgia do câncer de pulmão metastático

Se o câncer de pulmão se disseminou para a glândula suprarrenal ou para o cérebro e só existe um tumor, este poderá ser removido cirurgicamente. Esta cirurgia deve ser considerada apenas se o tumor no pulmão também pode ser completamente removido. Mesmo assim, nem todos os cirurgiões torácicos concordam com esta abordagem, especialmente se o tumor está localizado na glândula suprarrenal.

Para tumores localizados no cérebro, este procedimento é feito através de um orifício no crânio (craniotomia). Entretanto, só deve ser realizado se o tumor pode ser removido sem danificar áreas vitais do cérebro.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Cirurgia Oncológica.

Fonte: American Cancer Society (16/05/2016)



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