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Cigarro eletrônico: quais são os riscos para gestantes, bebês e crianças?

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/07/2019 - Data de atualização: 15/07/2019


Apesar de proibido no Brasil desde 2009, o cigarro eletrônico tem se tornado cada vez mais popular, especialmente entre jovens e pessoas interessadas em parar de fumar o cigarro tradicional. Entretanto, não há comprovação de que o aparelho, de fato, apresenta menos riscos — principalmente para gestantes, bebês e crianças — quando comparado ao cigarro comum.

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estado Unidos, analisou mais de 3 mil mães recentes dos estados de Oklahoma e Texas. Os resultados constataram que pelo menos mil haviam feito uso de cigarro eletrônico pouco tempo antes, durante ou pouco tempo depois da gravidez. De acordo com o estudo, 45,2% das mães que fizeram uso de cigarro eletrônico durante a gravidez acreditavam que ele poderia ajudar a reduzir ou a parar o consumo do cigarro tradicional.

No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) publicou em 2016 uma cartilha com informações acerca do cigarro eletrônico. Ao contrário do que se pensa, esse aparelho não ajuda na diminuição da dependência do cigarro tradicional, já que também contém nicotina. Mesmo os modelos sem a subtância, que só usam o líquido aromatizante, também apresentam riscos, já que o líquido aquecido pode prejudicar as vias aéreas.

Além dos problemas para o usuário, o cigarro eletrônico tem um potencial efeito sobre o feto. Ainda não existem muitos estudos sobre o assunto, mas já é possível afirmar que a nicotina é negativa durante a gravidez. "A nicotina é uma das substâncias que mais causa dependência. Ela tem implicações negativas sobre o feto, principalmente relacionado ao crescimento e à função pulmonar a longo prazo", explica a pediatra Débora Chong, do Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP).

Ainda que o vapor do cigarro eletrônico não seja tão prejudicial para as crianças quanto a fumaça do cigarro tradicional, o risco de tabagismo passivo — quando um não fumante inala a fumaça gerada por um fumante e é afetado pelos malefícios — é grande. Entretanto, esses não são os maiores problemas. Já foram registrados casos em que a criança, curiosa, consegue acesso ao cigarro eletrônico, quebrando o vidro ou cartucho e tendo contato direto com o líquido da nicotina. "Um acidente como esse gera uma intoxicação agura que pode causar vários problemas gastrointestinais, neurológicos e, em alguns casos mais graves, pode levar à morte", alerta a pediatra.

E nao há fórmula mágica. A uníca forma de evitar esses riscos é interromependo o uso do cigarro, ao menos ao longo da gravidez e no período após o parto!

Fonte: Revista Crescer

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



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