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Cientistas testam ‘bomba teleguiada’ contra o câncer de fígado

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 11/07/2018 - Data de atualização: 11/07/2018



Pacientes em quimioterapia: tratamento britânico testou dez casos - Shutterstock

Cientistas britânicos desenvolveram cápsulas de gordura sensíveis ao calor que são preenchidas com quimioterapia e, depois, disparadas como bombas a regiões do fígado atingidas por um tumor. As cápsulas se decompõem quando expostas ao ultrassom, que aumentam a temperatura e liberam o medicamento. A pesquisa foi publicada na edição desta semana da revista "The Lancet Oncology".

O estudo inédito, realizado com dez pessoas, sugere que a técnica é segura, porém mais pesquisas serão necessárias para avaliar sua eficácia no tratamento de tumores no fígado.

— Atingir níveis terapêuticos de medicamentos contra o câncer dentro de um tumor, evitando os efeitos colaterais para o resto do corpo, é um desafio para todas as drogas contra o câncer — diz o professor Constantin Coussios, da Universidade de Oxford.

Segundo Coussios, o estudo foi o primeiro a testar a nova técnica em seres humanos:

— Achamos que é possível disparar com segurança e direcionar a entrega de quimioterapia dentro do corpo usando ultrassom focalizado — explica. — Uma vez dentro do tumor, as cápsulas de gordura liberam a droga, fornecendo uma dose mais alta de quimioterapia diretamente no local. Isso pode gerar tratamentos mais eficazes.

O estudo foi conduzido em um hospital do Reino Unido em dez pacientes com tumores incuráveis em seus fígados — incluindo câncer e doenças que se espalharam do órgão para outras áreas do corpo. Os pacientes já haviam recebido quimioterapia padrão para ajudar a controlar seus tumores. A pesquisa analisou a segurança e viabilidade do novo tratamento.

Uma dose de quimioterapia com doxorrubicina inserida em cápsulas foi injetada na corrente sanguínea do paciente. Um feixe de ultrasom foi então focado no tumor do fígado, aumentando a temperatura nessa área. Acima de 39,5º C, as cápsulas liberam o medicamento na corrente sanguínea dentro do tumor.

Em sete dos dez pacientes, a concentração de quimioterapia dentro do tumor tornou-se duas ou mais vezes maiores após o ultrassom.

Os autores do estudo, porém, reconhecem algumas limitações, incluindo o fato de que as biópsias examinaram apenas uma região de um tumor, que costumam ser muito complexos. Mais pesquisas serão necessárias para confirmar se a técnica melhorou o tratamento dos pacientes.

Fonte: O Globo

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