Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Chega ao Brasil novo equipamento para diagnosticar câncer de mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/06/2018 - Data de atualização: 07/06/2018



Novo equipamento ameniza desconforto das pacientes durante a mamografia (Ilustração: Lucas Kazakevicius/SAÚDE é Vital)

Uma das principais queixas das mulheres que se submetem à mamografia é a dor ocasionada pela compressão das mamas. Mas um novo equipamento da Hologic, empresa pioneira na criação de tecnologias para mamografia digital, promete amenizar o incômodo. Ele será lançado no segundo semestre no Brasil.

O grande diferencial do dispositivo é o compressor curvo, o "SmartCurve”. É que ele se adapta ao formato da mama, garantindo maior conforto e resultados mais precisos, sem distorção ou perda na qualidade de imagem.

Segundo pesquisa feita pela empresa, 40% das pacientes que realizaram os testes com o aparelho alegaram sentir dor ao fazer a mamografia tradicional. Porém, ao serem examinadas com o compressor curvo, 93% não experimentaram a sensação dolorosa ou desconforto.

Além disso, o equipamento aprimora a imagem da mamografia em 3D – já utilizada em diversas clínicas no Brasil. O chamado "3Dimensions” permite a criação de imagens em 3D de alta resolução, o que auxilia o médico com uma leitura mais clara das possíveis lesões ou cânceres.
 
Segundo André Danielski, especialista em marketing da Hologic, o produto já está no mercado americano e europeu e começará a ser instalado nas clínicas brasileiras a partir de julho, com foco em grandes redes privadas de São Paulo e na rede pública pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A evolução da mamografia

De acordo com a radiologista especializada em imagem da mama, Vivian Schivrtche, a mamografia é o melhor exame para o rastreamento de um câncer nessa região. Na década de 1950, quando ela foi criada, era como fazer um raio-x. Porém, havia uma limitação causada pela espessura da glândula: não era possível avaliar a imagem com clareza e, aí, nem todos os tumores apareciam.

"Às vezes, as imagens surgiam sobrepostas e era necessário fazer mais exames, o que aumentava o nível de radiação. Por isso, foi criado um compressor para diminuir a espessura da glândula”, explica a médica. O problema é que a estratégia gerava dor nas pacientes.

A segunda geração de mamógrafos foi desenvolvida no começo dos anos 2000. "Ao invés de usar filmes, era feita basicamente uma leitura digital, como as máquinas fotográficas. Isso já aumentou a capacidade de conseguirmos boas imagens. E a compressão das mamas diminuiu um pouco”, explica Danielski.

Na década de 2010, o Brasil tornou-se o primeiro país da América Latina a usar a mamografia em 3D. "A segunda geração de mamógrafos elevou em 60% a detecção de câncer, enquanto a terceira geração, de 20 a 65% em cima desse novo valor”, descreve o especialista da Hologic.

Ainda que o sofrimento durante o exame tenha sido atenuado com o passar dos anos, a expectativa é de que o compressor curvo traga ainda mais tranquilidade e conforto para as pacientes – dessa forma, elas não deixariam de ser examinadas anualmente.

"Os motivos que afastam as mulheres da mamografia são a dor e o medo de achar algum problema. Porém, quanto mais cedo se encontra uma alteração, maior é a chance de cura. É necessário criar uma cultura da importância desse exame”, reforça Vivian. "Até porque, hoje, as cirurgias para retirada do tumor também mudaram muito. Elas são menos agressivas e mantêm a estética das mamas”, completa.

Incidência de câncer de mama é alta

Tanto no Brasil como no mundo, esse é o segundo tipo de tumor que mais atinge mulheres, ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), ele corresponde a cerca de 28% dos casos novos a cada ano e, em 2018, estima-se que surjam 59 700 novos pacientes.

Fonte: Saúde é Vital

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.

Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive