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Causas da dor em pacientes com câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 22/06/2015 - Data de atualização: 18/03/2020


A dor é mais frequentemente causada pelo próprio câncer. Mas a dor também pode ser provocada pelo tratamento ou pelos exames realizados para diagnosticar a doença. No entanto, você também pode ter dor que não está relacionada à doença e seus tratamentos. Como qualquer pessoa, você pode ter dores de cabeça ou musculares e das articulações, entre outras.

  • Dor oncológica. A maior parte dos casos de dor ocorre quando um tumor pressiona os ossos, nervos e órgãos do corpo. Pacientes com doença avançada são mais propensos a sentirem dor.
     
  • Compressão da medula espinhal. Quando um tumor invade a coluna vertebral, pode pressionar a medula espinhal. Isso é denominado compressão da medula espinhal. O primeiro sinal da compressão é geralmente dor na parte posterior do pescoço ou dor de garganta, às vezes com dormência ou fraqueza em um braço ou perna. Tossir, espirrar ou realizar outros movimentos, muitas vezes, agravam a dor. Se você sentir essa dor, contate seu médico imediatamente. Essa compressão deve ser tratada rapidamente para impedir que você perca a função da bexiga ou do intestino ou ainda ficar paraplégico. Seu médico pode tratar a causa e também prescrever medicamentos para aliviar a dor. Se o tratamento for imediato, ou seja, assim que a dor começa, podem ser evitadas complicações sérias, como as mencionadas acima. Os tratamentos incluem normalmente radioterapia e administração de esteroides para reduzir o tamanho do tumor. Ou pode ainda ser realizada uma cirurgia para retirar o tumor que está pressionando a coluna vertebral, o que pode ser seguido por radioterapia.
     
  • Dor óssea. Esse tipo de dor pode acontecer quando a doença se dissemina para os ossos. O tratamento visa controlar o câncer e proteger os ossos afetados. A radioterapia é feita para tratar o osso afetado. Os bisfosfonatos são um tipo de medicamento que fortalecem os ossos, impedindo possíveis fraturas. Esses são exemplos de tratamentos que visam parar ou controlar a dor óssea. O paciente pode ainda precisar de analgésicos, mas, às vezes, esses tratamentos já diminuem substancialmente a dor. A dor óssea também pode ocorrer como um efeito colateral dos medicamentos como os fatores de crescimento ou fatores estimuladores de colônias. Esses medicamentos podem ser administrados para impedir que as taxas dos glóbulos brancos diminuam após o tratamento quimioterápico. Esses medicamentos ajudam o corpo a produzir mais leucócitos na medula óssea. Como a atividade da medula óssea é maior com esses medicamentos pode ocorrer dor óssea.
     
  • Dor cirúrgica. A cirurgia é realizada para tratar cânceres que cresceram como tumores sólidos, mas outros tratamentos, como quimioterapia ou radioterapia também podem ser administrados de forma concomitante. Dependendo do tipo de cirurgia, sentir dor é algo esperado. Entretanto, são prescritos medicamentos de modo que o paciente não tenha que sentir dor. Informe seu médico sobre qualquer dor que você apresente após a cirurgia, para que a medicação e dose adequada seja prescrita e o tratamento iniciado imediatamente. A dor devido a uma cirurgia pode durar de alguns dias a algumas semanas, dependendo do tipo e extensão de procedimento cirúrgico.
     
  • Dor “fantasma”. Esse é um efeito de maior duração da cirurgia, além da dor cirúrgica habitual. Se você já teve um braço, perna ou mesmo uma mama retirada, você ainda pode sentir dor ou ter outras sensações incomuns ou desagradáveis ​​que parecem estar vindo da parte ausente do corpo. Não está claro porque isso acontece, mas a dor fantasma é real, não é imaginação. Embora existam tratamentos, nenhuma forma alivia ou controla a dor fantasma, por exemplo, medicamentos antiinflamatórios, analgésicos, antidepressivos, fisioterapia, estimulação elétrica nervosa transcutânea e cirurgia. Se você apresenta dor “fantasma”, converse com seu médico e sua equipe de controle da dor para ver o que pode ser feito.
     
  • Dor de outros tratamentos contra o câncer. Alguns dos efeitos colaterais provocados pela quimioterapia e radioterapia podem provocar dor. A dor pode até levar à suspensão do tratamento se não for bem gerenciada. Converse com seu médico sobre quaisquer alterações ou dor que venha a apresentar.
     
  • Neuropatia periférica. Essa condição refere-se a dor, ardor, formigamento, dormência, fraqueza, dificuldade para andar ou sensações estranhas nas mãos, braços ou pernas e pés. A neuropatia periférica pode ser provocada por determinados tipos de medicamentos quimioterápicos, embora também possa ser devido a deficiências vitamínicas, câncer e outros problemas de saúde, como diabetes e infecções. Informe seu médico imediatamente caso observe algum sintoma que possa ser causado por neuropatia periférica.
     
  • Feridas na boca. A quimioterapia pode provocar feridas e dor na boca e garganta (estomatite ou mucosite). A dor pode ser intensa a ponto de impedir que o paciente se alimente ou inclusive tenha dificuldades para falar.
     
  • Mucosite e outras lesões devido à radioterapia. A dor devido ao tratamento radioterápico depende da parte do corpo que foi irradiada. A radioterapia pode provocar queimaduras cutâneas, mucosite (aftas) e cicatrizes, que podem provocar dor. A garganta, intestino, pulmão e bexiga também são suscetíveis a danos provocados ​​pela radioterapia.
     
  • Dor devido a procedimentos e exames. Alguns exames realizados ​​para diagnóstico do câncer e avaliação da resposta do tumor ao tratamento podem ser dolorosos. Se o paciente e seu médico concordam que é necessário um determinado exame, a preocupação com a dor não deve impedir a realização do exame. Qualquer dor durante e após o procedimento geralmente pode ser tratada e aliviada.

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