Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Boehringer Bayer Janssen MSD Takeda Astellas UICC Libbs Abbvie Ipsen Sanofi Daiichi Sankyo GSK Avon Nestlé Servier


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Câncer infantil tende a ser mais agressivo, mas é mais curável

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 22/09/2022 - Data de atualização: 22/09/2022


De maneira geral, o câncer infantil tende a avançar mais rapidamente se comparado com a doença em adultos. “Porém, não é preciso alarde, uma vez que a enfermidade tem alta chance de cura”, assegura o médico Caio Guimarães (CRM 23083) , especialista em oncologia do Centro de Câncer de Brasília (Cettro).

Com o objetivo de ressaltar o diagnóstico precoce, entidades ligadas à saúde estabeleceram o Setembro Dourado para campanha de prevenção ao câncer infanto-juvenil.

De acordo com o oncologista, se não fosse a demora que muitas vezes o paciente enfrenta até chegar à unidade de especializada para o tratamento, em alguns tipos de tumores o índice de cura poderia atingir ou superar os 90%.

Caio Guimarães explica que essas doenças na infância são predominantemente de origem embrionária, causadas por células indiferenciadas ainda sem função especializada. “Por esse motivo, a resposta ao tratamento é muito melhor”, enfatiza.

Em nível de comparação, o câncer em adultos, geralmente, afeta as células epiteliais, responsáveis por recobrir diferentes regiões do corpo, como mama, pulmão e próstata. Associa-se a isso, o surgimento do tumor nos adultos poder estar associado a fatores ambientais como, por exemplo, o fumo.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima o surgimento anual de mais de 8 mil tumores em crianças. O número de mortes, de aproximadamente 2 mil anualmente, ainda assusta. “Podemos atribuir isso quase que exclusivamente à demora na identificação e, consequentemente, no início ao tratamento”, completa o médico do Cettro.

A leucemia corresponde à maioria dos casos, e essa prevalência é mundial. A medicina ainda não tem uma resposta do porquê desse câncer ser o mais comum, no entanto há estudos que tentam associar a ocupação dos pais à doença, principalmente no que diz respeito à produção dos espermatozoides, que transmitiriam alguma alteração genética. Já o segundo câncer mais frequente na infância é o tumor cerebral.

Apesar de as chances de cura serem altas, o câncer pediátrico esbarra em alguns problemas, como falta de conhecimento dos pediatras para identificar os sintomas.

Os pais devem estar alertas ao fato de que a criança não inventa sintomas. Ao sinal de alguma anormalidade, devem levar seus filhos ao pediatra para avaliação. Na maioria das vezes, os sintomas estão relacionados a doenças comuns na infância, mas isto não deve ser motivo para descartar a visita ao médico.

Sintomas de tumores da infância:

  • Leucemias: a criança se torna mais sujeita a infecções, pode ficar pálida, ter sangramentos e sentir dores ósseas;
  • Retinoblastoma: reflexo do “olho do gato", ou seja, o embranquecimento da pupila quando exposta à luz;
  • Tumor de Wilms (que afeta os rins): aumento do volume ou surgimento de massa no abdômen;
  • Tumores sólidos: formação de massa, visível ou não, e causar dor nos membros;
  • Tumor de sistema nervoso central: dores de cabeça, vômitos, alterações motoras, alterações de comportamento e paralisia de nervos. 

Fonte: Correio Braziliense



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2022 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive