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Câncer de pulmão é o que mais mata no mundo

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 25/11/2020 - Data de atualização: 25/11/2020


Embora nem sempre esteja em evidência, o câncer de pulmão é o mais incidente no mundo e o que mais mata. Estima-se que 2 milhões de novos casos sejam diagnosticados por ano, com 1,76 milhão de mortes,  inclusive no Brasil.

Tosse persistente, dor no peito, falta de ar, escarro com sangue e cansaço excessivo estão entre os sintomas mais comuns da doença, que é diagnosticada por meio de exames laboratoriais, como o raio x e tomografia.

O maior problema é que muitas vezes a doença é silenciosa. De acordo com um levantamento inédito feito pela IQVIA, em parceria com a Bristol Myers Squibb (BMS), biofarmacêutica global que tem como visão transformar a vida dos pacientes por meio da ciência, 70% das pessoas que usam plano de saúde identificam a doença quando já está em estágio avançado e 74% daquelas que enfrentam a patologia em estágio 4, quando há metástase, abandonam o tratamento. Em 2020, com a pandemia da Covid-19 e o consequente isolamento social, muitos pacientes postergaram a realização de exames e das terapias oncológicas. Essas atitudes, além de prejudicarem o tratamento, ainda têm um custo altíssimo para o sistema de saúde, cerca de R$ 80,4 milhões por ano. “O levantamento, quantitativo, trabalhou com números do sistema de saúde público e privado. Concluímos que o avanço do câncer de pulmão é rápido, por isso deve ser diagnosticado e tratado desde o início”, explica Sydney Clark, VP tech & services Latam da IQVIA.

Imunoterapia fortalece o organismo

Novas terapias vêm sendo incorporadas ao tratamento do paciente com resultados animadores, principalmente daquele de células não pequenas (CPCNP), um subtipo da doença que responde por 84% de todos os cânceres de pulmão.  “Antes as opções sistêmicas eram a quimio, a terapia-alvo e a radioterapia. Hoje a imunoterapia é apontada como um marco para esses pacientes", explica Angélica Dimantas, diretora médica da Bristol Myers Squibb, pioneira que mantem seu foco na inovação quando o tema é a imunoterapia. Só nos Estados Unidos, a empresa possui seis hubs de pesquisa de ponta que trabalham coordenadamente para entender desde mecanismos das doenças até os melhores fármacos para tratá-las, colocando os pacientes no centro da pesquisa e tornando a cura uma possibilidade. Seu envolvimento é tão estreito que, em 2018, o Prêmio Nobel de Medicina foi justamente para os dois pesquisadores que atuaram na descoberta de resistência tumoral e, a partir daí, junto com a BMS, trabalharam em busca de drogas mais efetivas no combate ao câncer.

A imunoterapia fortalece o sistema imunológico, que, com o aparecimento da doença, fica debilitado. Ou seja, ela prepara o organismo para combater as células que estão lhe fazendo mal. Daí os efeitos colaterais serem mais amenos. “A imunoterapia ampliou o tempo de vida com qualidade. O paciente que responde satisfatoriamente ao tratamento da imunoterapia vive mais e melhor, ganha autonomia para fazer o que quiser”, comenta Luciana Holtz Barros, presidente da ONG Instituto Oncoguia. Outra vantagem é que a imunoterapia cria uma memória no organismo. Assim, mesmo após o fim do tratamento, os agentes continuam no corpo, diminuindo as chances de uma recidiva e, portanto, aumentando as chances de sobrevida. Dados apresentados recentemente no Congresso Americano de Oncologia Clínica demonstram que o uso da imunoterapia combinada à quimioterapia na doença avançada ou metastática pode aumentar em até 50% a taxa de pacientes vivos quando comparada à quimioterapia isolada. “Os avanços nas pesquisas são fundamentais para entender a resposta terapêutica e adaptar as doses ideais para que o tratamento seja eficaz e seguro”, finaliza Angélica.

Matéria publicada por O Globo em 24/11/2020.

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