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Câncer de pele: adote a prática do conhecer para proteger

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/05/2013 - Data de atualização: 15/05/2013




Conhecer para proteger. Esta é afirmação mais que oportuna quando o assunto é o câncer de pele, tumor maligno de maior incidência na população brasileira, com 120 mil novos diagnósticos todos os anos. A neoplasia ocasionada, como todas as outras, por células que sofreram alterações e multiplicaram-se de maneira desordenada, pode ser prevenida e diagnosticada precocemente. Para tanto, esforços individuais precisam ser feitos no sentido de conhecer a pele e adotar medidas para evitar a doença.

Nessa jornada do conhecer para proteger, o primeiro obstáculo a cruzar é o da percepção equivocada de que 'câncer de pele não é câncer' e de que a 'doença é benigna e não causa a morte'. O câncer de pele pode, sim, ser muito agressivo. O melanoma, por exemplo, embora seja quase sempre curável quando diagnosticado em estágio inicial, tem grandes chances de espalhar para outros órgãos do corpo e de ser fatal.

Quebrado o mito, a próxima etapa é conhecer a pele. Este órgão, que é o maior do corpo humano e responsável por tantas funções importantes - como a regulação da temperatura no organismo e sua proteção contra agentes externos - difere-se muito entre um e outro indivíduos, ainda mais em um país miscigenado com o nosso. Peles claras, 'pintadinhas', negras, pardas, brancas. Cada qual com sua cor, beleza e exigências.

Olhando periodicamente para a pele de todo o corpo com muita atenção e sabendo reconhecer as pintas e manchas espalhadas ao seu redor, pode ser possível identificar alguma alteração. Uma ferida que não quer cicatrizar, uma pinta de crescimento progressivo e com mudanças no tamanho, cor ou consistência, uma lesão qualquer que surge sem razão. Porém, ainda mais importante que isso é a visita ao dermatologista, anualmente ou ao perceber alguma alteração, para que realize o exame da pele com propriedade clínica.

Passada a etapa do conhecer é momento de proteger. O sol, que colore os céus do Brasil de norte a sul, pode ser um vilão da pele. A exposição prolongada e repetida da pele ao sol, além de causar o envelhecimento cutâneo, predispõe ao surgimento do câncer de pele. Usando sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando o produto se transpirar excessivamente, mergulhar na água ou trabalhar em ambiente externo, o indivíduo estará sendo responsável na jornada contra o câncer de pele.

Sim. É muito simples adotar a prática do conhecer para proteger. Informe-se, conscientize-se, mexa-se e proteja-se do câncer de pele.

Artigo assinado pela presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, e publicado no site Laços de Família - Etnias do Brasil no dia 01/10/2012


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