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Câncer de pâncreas: a combinação de drogas que pode 'matar de fome' as células do câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/11/2019 - Data de atualização: 21/11/2019


Cientistas observaram que, misturando dois medicamentos, conseguiam resultados positivos para redução de tumores

A enfermidade representa apenas 3% de todos os diagnósticos, mas os médicos classificam esse tipo de câncer como o mais agressivo, com uma taxa de mortalidade de 99%. E a porcentagem de pessoas afetadas aumentou na última década.

Mas a combinação de dois medicamentos pode vir a oferecer uma nova esperança a quem sofre com a doença.

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Pesquisadores do Sanford Burnham Prebys Medical Discovery Institute, localizado na Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram que uma combinação de dois fármacos usados atualmente para tratar leucemia e tumores como melanoma pode ser a chave para tratar o câncer de pâncreas.

De acordo com seus resultados, tais medicamentos combinados "podem reduzir tumores".

Os estudiosos comprovaram que o tratamento reduziu com êxito os tumores pancreáticos em ratos e pretendem respaldar esse achado com testes clínicos, segundo artigo publicado na revista científicaNature Cell Biology.

Os fármacos em questão são L-asparaginasa — uma enzima com potencial terapêutico usada para combater a leucemia — e um inibidor de MEK (um tipo de proteína). Eles deixam os tumores sem os nutrientes necessários para que cresçam, além de impedir que se adaptem para sobreviver.

Em outras palavras, a técnica "mata de fome" as células com câncer.

Sem tratamento efetivo
As versões dos dois compostos são aprovadas pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (Food and Drug Administration, ou FDA, em inglês).

"A triste realidade é que, hoje em dia, o tratamento para o câncer de pâncreas está atrasado (em relação a outras terapias) porque não existe um que seja efetivo para esses tumores", disse Ze'ev Ronai, professor do Programa de Iniciação e Manutenção de Tumores, do Sanford Burnham Prebys, o principal autor do estudo.

O diagnóstico dessa enfermidade é difícil e só acontece quando já está em estado avançado.

Um quarto dos pacientes morre em até um mês após o diagnóstico e o restante, no prazo de um ano.

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"Nossa pesquisa identifica um possível tratamento combinado que pode ser testado imediatamente contra esses tumores agressivos."

"Já estamos nos reunindo com os oncologistas da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon (Estados Unidos) para discutir como levar essa descoberta para avaliação clínica", completou o especialista.

'Promissor'
"É evidente que não encontraremos uma varinha mágica que cure o câncer", afirmou Rosalie C. Sears, da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon. "Precisaremos de vários medicamentos que ataquem múltiplas vulnerabilidades."

"Esse estudo identifica um tratamento duplo promissor para o câncer de pâncreas, um dos mais mortíferos. Espero ver esses medicamentos testados em pacientes", explicou Sears, especializada em genética molecular e codiretora do centro Brenden-Colson para Saúde Pancreática.

Os cientistas esperam abrir caminho para que o teste clínico em humanos ocorra em breve.

O experimento demonstrou que a terapia não só reduziria os tumores pancreáticos, mas também os melanomas.

Entretanto, os responsáveis pela pesquisa focaram no câncer de pâncreas, devido à falta de medicações eficazes existentes.

Sinais e sintomas do câncer de pâncreas
Icterícia: coloração amarelada na pele aparece quando o tumor se origina na cabeça do pâncreas e causa a compressão do duto biliar;
Alteração dos níveis de glicose no sangue: o pâncreas é responsável por gerar a insulina que por controlar os níveis de glicose do sangue. Se o tumor afeta tal função, pode haver alterações;
Má digestão: dor abdominal originada na região do estômago e irradiada até as costas ou regiões laterais;
Perda de peso: acontece em poucos meses, acompanhada da perda de apetite.
Fonte: Fundação para Excelência e Qualidade da Oncologia (ECO), na Espanha.

Fonte: BBC

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