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Brasileiros sabem pouco sobre câncer infantil, aponta pesquisa

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 03/12/2018 - Data de atualização: 03/12/2018


O câncer infantojuvenil é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos incompletos, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Mas 53% das pessoas entrevistadas na pesquisa “Câncer infantil: o quanto conhecemos?” apontaram pneumonia, meningite e desnutrição como as que mais matam.

— Antigamente, o que mais matava as crianças eram as doenças infectocontagiosas, as respiratórias e as que podem ser prevenidas por meio de vacinação, como o sarampo e a difteria. Com todos os avanços que tivemos na vacinação e na atenção básica de saúde, houve uma redução nas doenças que podem ser prevenidas e por isso o câncer é a doença que mais mata nesta faixa etária — explica Teresa Fonseca, Oncohematologista, pediatra e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope).

A pesquisa realizada pela Sobope, em parceria com a Bayer, ouviu 2.500 pessoas em cinco capitais brasileiras, incluindo o Rio. Quase metade (45%) acredita que os tipos de câncer que afetam as crianças são os mesmos que afetam os adultos, o que é um erro.

— A leucemia, os tumores cerebrais e os linfomas são os tipos de câncer que mais afetam as crianças e os adolescentes. Juntando estes três, temos praticamente 60% dos cânceres infantojuvenis. É importante lembrar que este tipo de doença não é muito frequente — diz Cláudio Galvão de Castro Júnior, presidente eleito da Sobope e chefe do Serviço de Oncologia e Hematologia Pediátricas do Hospital da Criança Santo Antônio.

Em crianças e jovens, os cânceres geralmente afetam células do sistema sanguíneo, nervoso e tecidos de sustentação, como os ossos. O câncer infantojuvenil representa apenas 3% do total de casos da doença no país, com 12.600 diagnósticos novos por ano.

Conheça os sintomas do câncer infantojuvenil

Palidez, hematomas ou sangramento, dor óssea

Surgimentos de caroços ou inchaços, no pescoço ou na virilha, especialmente se não forem doloridos e sem febre ou se não apresentarem outros sinais de infecção

Perda de peso inexplicada. Febre, tosse persistente ou falta de ar e sudorese noturna

Alterações oculares como pupila branca, estrabismo de início recente, perda visual, hematomas ou inchaço ao redor dos olhos

Inchaço abdominal

Dor de cabeça incomum, persistente ou grave. Vômitos (em especial pela manhã ou com piora ao longo dos dias)

Dor em membros como pernas e braços, ou dor óssea, inchaço sem trauma ou sinais de infecção

Fadiga ou mudanças no comportamento, como isolamento

Tontura, perda de equilíbrio ou coordenação

Fonte: Extra

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