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Brasil aprova novo tratamento para pacientes com Leucemia Mieloide Aguda não elegíveis para quimioterapia intensiva

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/01/2019 - Data de atualização: 24/01/2019


O medicamento oral venetoclax em combinação com um agente hipometilante, ou em combinação com citarabina em baixa dose, foi aprovado no Brasil para pacientes recém-diagnosticados com Leucemia Mieloide Aguda (LMA) e que são inelegíveis para quimioterapia intensiva, a critério do médico. A aprovação foi fundamentada em dados de dois estudos clínicos randomizados - o M14-358, estudo clínico de fase 1b/2, que avaliou venetoclax em combinação com agentes hipometilantes (azacitidina [n:84] ou decitabina [n=31]), e M14-387, estudo clínico de fase 1/2 de venetoclax em combinação com baixa dose de citarabina (n=82). 
 
A leucemia mieloide aguda é um dos tipos mais comuns de leucemia em adultos. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, a estimativa em 2018 é de 5,94 casos novos a cada 100 mil homens e 4,56 casos novos para cada 100 mil mulheres.
 
"LMA é um tipo de câncer no sangue extremamente agressivo e debilitante e, para os pacientes sem indicação para quimioterapia intensiva, o prognóstico é bastante pessimista. Dispor de uma nova opção de tratamento é um marco para pacientes diagnosticados com esta  doença”, afirmou Karina Fontão, Diretora Médica da AbbVie no Brasil.
 
O estudo clínico M14-358 indicou que venetoclax em combinação com azacitidina ou decitabina resultou na remissão completa de 40,5 por cento e remissão completa com recuperação incompleta do sangue em 23,8 por cento. Para os pacientes tratados com a combinação de venetoclax com azacitina, os efeitos adversos mais comuns (≥5 por cento) foram neutropenia febril e pneumonia. Para aqueles tratados com venetoclax em combinação com decitabina, os efeitos adversos mais comuns (≥5 por cento) foram neutropenia febril, pneumonia, bacteremia e sepsis.
 
O estudo clínico M14-387 mostrou também que os pacientes que receberam venetoclax em combinação com baixa dose de citarabina apresentaram taxa de remissão completa/remissão incompleta de 25,6% e 20,7% respectivamente. Os efeitos adversos mais comuns (≥5 por cento) foram neutropenia febril, pneumonia e sepsis.
 
"Muitos dos pacientes com LMA não têm indicação para tratamento intensivo da doença, o que geralmente inclui quimioterapia intensiva. Somente uma minoria dos pacientes com LMA acima de 60 anos consegue tolerar a quimioterapia padrão necessária para obtenção de resultados ótimos”, afirmou Dr. Eduardo Rego, Professor Titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. "Contar com um novo medicamento para tratar LMA é encorajador para os pacientes e suas famílias.” 
 
LMA, uma doença que acomete principalmente pacientes mais velhos, é a forma mais comum de leucemia aguda em adultos, na qual a medula óssea produz formas anormais e imaturas de células brancas, células vermelhas ou plaquetas. LMA é um câncer agressivo no sangue que, se não tratado, progride rapidamente.

Aproximadamente 27 por cento de pacientes com LMA terão sobrevida de cinco anos ou mais. A doença reaparece para a maioria dos pacientes com LMA dentro de três anos do diagnóstico. 

Fonte: Assessoria de Imprensa AbbVie

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