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Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST)

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Biópsia para Diagnóstico do Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 18/03/2013 - Data de atualização: 06/08/2020


A biópsia é a única maneira de fazer o diagnóstico definitivo do tumor estromal gastrointestinal (GIST). Consiste na remoção de uma pequena quantidade de tecido para exame ao microscópio.

A amostra removida durante a biópsia é analisada por um patologista, médico especializado na interpretação de exames laboratoriais e avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar a doença. Se células cancerígenas estão presentes, o patologista determinará o tipo de GIST a que corresponde.

Os principais tipos de biópsias para diagnóstico do GIST são:

  • Biópsia endoscópica. O endoscópio é um instrumento usado para visualizar o interior do corpo. Na extremidade, ele tem lentes (ou uma câmara minúscula) e luz própria, assim como uma ferramenta para remover o tecido.
     
  • Biópsia por agulha. Neste tipo de procedimento é inserida uma agulha através da pele até o tumor, para a remoção de uma amostra de células tumorais com uma seringa. O posicionamento da agulha é geralmente guiado por um exame de imagem, como, por exemplo, uma tomografia computadorizada (biópsia percutânea).
     
  • Biópsia cirúrgica. Se uma amostra não pode ser obtida a partir de uma biópsia endoscópica ou de agulha, ou se o resultado da biópsia não influencia nas opções de tratamento, o médico pode esperar até a cirurgia para obter uma amostra para a análise do tumor. Se a cirurgia realizada consistir de uma grande incisão no abdome, é denominada laparotomia.

Análise das amostras

As amostras de tecido e líquido retiradas durante qualquer um desses procedimentos de biópsia são enviadas para o laboratório de patologia para análise. Mas, às vezes outros testes de laboratório podem ser necessários, como:

Imuno-histoquímica. No exame imunohistoquímico, uma parte da amostra é tratada com anticorpos que se encaixam apenas com as proteínas KIT (CD117) e DOG1. Como a maioria das células GIST contém esta proteína, esse exame pode ser útil na determinação do GIST. Outras proteínas, como o CD34, também podem ser testadas.

Testes genéticos moleculares. O teste pode ser feito para verificar mutações nos genes KIT ou PDGFRA, uma vez que a maioria das células GIST tem mutações nesses genes. Menos frequentemente, podem ser realizados testes para procurar mudanças em outros genes, como no SDH.

Índice mitótico. Se o GIST é diagnosticado, será analisado o índice mitótico. Um índice mitótico baixo significa que as células cancerígenas são de crescimento e divisão lenta, enquanto que um índice elevado significa que as células têm um crescimento rápido. O índice mitótico é uma parte importante do estadiamento da doença.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Biópsia e Citologia das Amostras.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/12/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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