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Biópsia para Diagnóstico do Tumor Cerebral/SNC

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/03/2015 - Data de atualização: 20/04/2018


A biópsia é a única maneira de fazer o diagnóstico definitivo do tumor cerebral. Consiste na remoção de uma pequena quantidade de tecido para exame ao microscópio.

A amostra removida durante a biópsia é analisada por um patologista, médico especializado na interpretação de exames laboratoriais e avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar a doença. Se células cancerosas estão presentes, o patologista determinará o tipo de tumor cerebral a que corresponde.

Os principais tipos de biópsias para diagnóstico do tumor cerebral são:

  • Biópsia Estereotáxica

Este tipo de biópsia é realizado quando os riscos de uma cirurgia talvez sejam altos pela localização do tumor (tumores em áreas vitais, tumores profundos no cérebro ou outros tumores que provavelmente não possam ser tratados com cirurgia, mas uma amostra de tecido é necessária para definir o diagnóstico. É uma técnica minimamente invasiva que usa um sistema de coordenadas tridimensionais para localizar o alvo tumoral no cérebro para assim realizar a biópsia.

Neste procedimento o paciente é sedado e levado ao centro cirúrgico, onde uma estrutura rígida é fixada na cabeça, para que o cirurgião se certifique que está mirando exatamente o tumor. Uma incisão é feita no couro cabeludo e uma pequena sonda é inserida no encéfalo até atingir o alvo. O procedimento é guiado por ressonância magnética ou tomografia computadorizada para ajudar o neurocirurgião a posicionar a agulha para recolher amostras de tecido. O tecido retirado é enviado ao patologista para análise.

  • Biópsia Cirúrgica

A biópsia cirúrgica ou craniotomia é realizada para remover todo ou a maior parte do tumor.

Neste procedimento, pequenas amostras de tecido são analisadas pelo patologista enquanto o paciente ainda está na sala de cirurgia, para um diagnóstico preliminar. O diagnóstico definitivo é feito alguns dias mais tarde no laboratório de patologia.

Análise das amostras

Diagnosticar o tipo de tumor é importante para determinar o as opções de tratamento e o prognóstico do paciente.

Nos últimos anos, os pesquisadores perceberam que alterações em determinados genes, cromossomos ou proteínas das células cancerígenas podem ser importantes para o diagnóstico, por isso alguns tumores passaram a ser analisados para esses tipos de mutações. Por exemplo:

  • Os gliomas com mutações no gene IDH1 ou IDH2 tendem a ter melhor prognóstico que os gliomas sem essas alterações genéticas.
  • Os oligodendrogliomas em cujas células se encontra uma co-deleção do 1p19q são mais propensas a responderem a quimioterapia do que os tumores em que não tem a delação.
  • Em gliomas de alto grau, a metilação do promotor de MGMT está associada a melhores resultados e maior probabilidade de responder à quimioterapia, por isso às vezes pode ser usada para orientar o tratamento.

Fonte: American Cancer Society (06/11/2017)


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