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Biópsia para Diagnóstico da Doença de Castleman

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 28/06/2014 - Data de atualização: 11/10/2017


Muitos dos sintomas da doença de Castleman não são suficientemente específicos para afirmar com certeza o diagnóstico. A biópsia dos linfonodos é a única maneira de diagnosticar a doença.

Existem vários tipos de biópsias:

  • Biópsia Excisional e Incisional. Este é o tipo mais comum de biópsia se o linfonodo estiver localizado próximo à superfície da pele. Neste procedimento, o cirurgião faz uma incisão na pele e remove todo o linfonodo (biópsia excisional) ou apenas uma parte do linfonodo (incisional). Se o linfonodo está localizado na superfície da pele, o procedimento é simples, e pode ser realizado sob anestesia local, mas se estiver em planos mais profundos será necessário anestesia geral.

  • Aspiração por Agulha Fina (PAAF) e Core Biopsy. Na PAAF o médico utiliza uma agulha fina e uma seringa para aspirar uma pequena quantidade de tecido a partir de linfonodo. Na core biopsy o médico utiliza uma agulha de calibre maior acoplada a uma pistola especial para remover uma amostra um pouco maior de tecido.

Análise das Amostras da Biópsia


Todas as amostras retiradas durante a biópsia são analisadas por um patologista, médico especializado na avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar uma doença. Se células cancerosas estão presentes, o patologista determinará o tipo de doença. Os patologistas podem diagnosticar a doença de Castleman, mas geralmente outros tipos de análises são necessárias para confirmar o diagnóstico. Exemplos desses testes de laboratório incluem:

  • Imunohistoquímica.
  • Citometria de Fluxo.
  • Citogenética.
  • Hibridação fluorescente in situ (FISH).
  • Reação em cadeia da polimerase (PCR).

Fonte: American Cancer Society (23/05/2016)


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