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Biópsia do Linfoma não Hodgkin

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/06/2015 - Data de atualização: 11/10/2018


Muitos dos sintomas do linfoma não Hodgkin não são suficientemente específicos para afirmar com certeza o diagnóstico. A maioria dos sintomas podem também ser causados por outras doenças não cancerosas, como infecções, ou mesmo por outros tipos de cânceres.

Por exemplo, um aumento nos linfonodos é mais frequentemente causado por infecções do que pelo linfoma não Hodgkin. Devido a isso, os médicos geralmente prescrevem antibióticos e esperam algumas semanas para observar o comportamento dos linfonodos.

Se os linfonodos permanecem sem alteração ou mesmo continuarem crescendo, o médico poderá solicitar uma biópsia. O linfonodo é removido e enviado para análise por um patologista, médico especializado na interpretação de exames laboratoriais e avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar a doença. Se células cancerosas estão presentes, o patologista determinará o tipo de linfoma.

Tipos de Biópsias

A biópsia é a única maneira de diagnosticar um linfoma não Hodgkin. Existem vários tipos de biópsias:

  • Biópsia excisional ou incisional. Este é o tipo mais comum de biópsia, quando existe uma suspeita de linfoma, porque fornece material suficiente para diagnosticar o tipo exato de linfoma não Hodgkin. Neste procedimento, o cirurgião faz uma incisão na pele e remove todo o linfonodo (biópsia excisional) ou apenas uma pequena parte do tumor (incisional). Se o linfonodo está localizado na superfície da pele, o procedimento é simples, e pode ser realizado sob anestesia local, mas se estiver em planos mais profundos será necessária anestesia geral.
     
  • Biópsia por agulha. Uma biópsia por agulha são menos invasivas que as biópsias excisional ou incisional, mas em alguns casos, pode não remover material suficiente para um diagnóstico definitivo. A maioria dos médicos não realizam biópsias por agulha para diagnosticar um linfoma, mas se houver suspeita que o linfonodo está aumentado devido a uma infecção ou pela disseminação do câncer a partir de outro órgão (como mama, pulmões, ou tireoide), a biópsia por agulha será o primeiro procedimento a ser realizado. Uma biópsia excisional pode ser ainda necessária para diagnosticar e classificar o linfoma, mesmo após a realização da biópsia de agulha.

Existem 2 tipos de biópsias por agulha:

  • Aspiração por agulha fina (PAAF). Neste procedimento, o médico utiliza uma agulha fina e uma seringa para aspirar uma pequena quantidade de tecido a partir de linfonodo ou massa tumoral.
     
  • Core biopsy. Nesta técnica, o médico utiliza uma agulha de calibre maior para remover uma amostra um pouco maior de tecido.

Se o tumor for profundo, o médico guiará e orientará a posição da agulha com o auxílio da tomografia computadorizada ou ultrassom.

Uma vez diagnosticado o linfoma, as biópsias por agulha podem ainda serem necessárias ​​para estudar lesões em outras partes do corpo aos que o linfoma possa ter se disseminado ou mesmo recidivado após o tratamento.

Outros Tipos de Biópsias

Estes procedimentos não são normalmente realizados para diagnosticar o linfoma, mas também podem ser feitos para determinar o estadiamento de um linfoma que já diagnosticado.

  • Aspiração de medula óssea e biópsia. Estes procedimentos são muitas vezes realizados após o diagnóstico do linfoma, para determinar se a medula óssea foi atingida. Estes dois procedimentos são muitas vezes feitos ao mesmo tempo, as amostras são geralmente colhidas no osso da pelve, embora em alguns casos, possam ser colhidas a partir do esterno ou outros ossos. A biópsia de medula óssea é geralmente feita logo após a aspiração, onde um pequeno pedaço de osso e medula é removido com uma agulha ligeiramente maior.
     
  • Punção lombar. Este exame procura por células de linfoma no líquido cefalorraquidiano (LCR), que banha o cérebro e a medula espinhal. Neste procedimento, o médico, após anestesiar uma área na parte inferior da coluna vertebral, insere uma agulha entre os ossos da coluna para retirar uma pequena quantidade do líquido.
     
  • Coleta de líquido pleural ou peritoneal. A disseminação do linfoma no tórax ou abdome pode levar a um acúmulo de líquido pleural (no tórax)  ou líquido peritoneal (no abdome), que deve ser retirado com o auxílio de uma agulha. Quando este procedimento é utilizado na no tórax é chamado toracocentese, quando é realizado no abdome é denominado paracentese.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Biópsia e Citologia das Amostras.

Fonte: American Cancer Society (01/08/2018)



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