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Bactérias podem ajudar o corpo humano a combater o câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 13/07/2021 - Data de atualização: 13/07/2021


Nosso corpo é repleto de curiosidades e bactérias capazes de feitos incríveis. Os micróbios, por exemplo, auxiliam em tudo, desde a fermentação das fibras até a sensação de saciedade. Porém, seus efeitos não ficam apenas no intestino. 

Os micróbios intestinais, como bactérias e leveduras, possuem um papel na diabetes, depressão e doenças neurovasculares.  A novidade é que os cientistas descobriram que as moléculas produzidas pelas bactérias do estômago podem dar ao corpo humano uma ajuda no que diz respeito ao sistema imunológico.

“Os resultados são um exemplo de como os metabólitos das bactérias intestinais podem alterar o metabolismo e a regulação de nossas células e, assim, influenciar positivamente a eficiência das terapias tumorais”, explicou o imunologista, Maik Luu, do Hospital Universitário de Würzburg, na Alemanha.

Isso porque os ácidos graxos de cadeia curta (SCFAs) são uma das moléculas úteis produzidas quando a fibra alimentar é fermentada no intestino. Os principais SCFAs são o acetato e o butirato, junto com o pentanoato, encontrado apenas em algumas bactérias. Todos possuem efeitos positivos para a saúde em humanos, como: regulação da resistência à insulina, colesterol e até mesmo o apetite.

Através de experiências com ratos de laboratório, os pesquisadores chegaram a conclusão que certas bactérias produzem pentanoato. Por exemplo, uma bactéria intestinal humana relativamente rara aumentou pequenas proteínas chamadas citocinas nas células T, levando a um aumento da capacidade de destruir células tumorais.

Como controle, eles realizaram experimentos com outras bactérias não produtoras de pentanoato e não encontraram nenhum efeito nos níveis de citocinas. A descoberta pode ser útil para terapias que potencializam o sistema imunológico para combater o câncer.

Algumas células tumorais têm proteínas em suas superfícies que podem se ligar às proteínas das células T, resultando em uma  resposta imune de ‘checkpoint’, que diz à célula assassina para poupar seu alvo, neste caso, a célula cancerosa. 

Fonte: Olhar Digital 



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