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Avanços no Diagnóstico do Câncer de Próstata

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 28/11/2018 - Data de atualização: 28/11/2018


O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. A grande maioria dos casos ocorre a partir dos 65 anos de idade. No Brasil, a incidência vem crescendo e o número estimado para o ano de 2018 é de 68.220 novos casos. Esse aumento na incidência se deve, em parte, ao aumento da expectativa de vida dos homens e ao aperfeiçoamento dos exames laboratoriais e de imagem.

Avanços tecnológicos recentes têm proporcionado mudanças radicais no diagnóstico do câncer. Exemplo disso é o PET scan (do inglês tomografia por emissão de pósitrons), uma modalidade de diagnóstico por imagem molecular que avalia funções importantes do corpo, tais como o metabolismo do açúcar e a presença de proteínas específicas na membrana celular do câncer. O PET scan representa um avanço importante na luta contra o câncer porque ele permite o diagnóstico mais preciso e mais precoce dos cânceres.

PET scan da Clínica OncoPETscan* — Foto: Divulgação

O PET PSMA (do inglês antígeno de membrana específico da próstata) é um exame que utiliza uma medicação radioativa de baixa dose com afinidade específica para a proteína de membrana fabricada em abundância pela célula do câncer de próstata. O exame possibilita determinar onde o câncer se encontra e se este já se espalhou para outros órgãos. O PET PSMA tem um extraordinário potencial diagnóstico porque é mais sensível e mais específico do que os exames de imagem convencionais mais utilizados, como a tomografia computadorizada e a cintilografia óssea. Atualmente, o PET PSMA com gálio vem sendo usado no Brasil e, assim como na Alemanha e Austrália, já demonstrou um alto impacto na mudança da conduta terapêutica de pacientes com câncer de próstata.

As indicações para o exame de PET PSMA incluem a avaliação de recidiva bioquímica (quando os níveis de PSA encontram-se acima de 0,5 ng/mL após prostatectomia radical ou acima de 2,0 ng/mL após radioterapia pélvica), diagnóstico inicial quando o exame de ressonância magnética não é esclarecedor, estadiamento inicial (antes do tratamento primário) em pacientes de alto risco (por exemplo PSA > 20 ng/mL; Gleason > 7) e no planejamento de radioterapia.

Fonte: G1

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