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[ARTIGO] Dia Mundial sem Tabaco

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/09/2015 - Data de atualização: 15/09/2015


Doenças relacionadas com o consumo de tabaco

O fumo tornou-se um grande problema de saúde pública na história da humanidade. Estima-se que no ano de 2030, o fumo deverá ser a maior causa isolada de mortalidade, podendo ser responsável por 10 milhões de mortes por ano.

Frente ao constante controle e barreiras que os países ricos começaram a colocar para combater a indústria do tabaco o foco passou a atingir com mais impacto os países em desenvolvimento.  A indústria do fumo voltou-se para aqueles menos privilegiados econômica e socialmente, investindo em outros públicos como os adolescentes e as mulheres.

O Brasil é o maior exportador de folhas de tabaco e o quarto produtor de fumo no mundo. Nos últimos 30 anos, foram consumidos no Brasil quase três milhões de toneladas de folhas para a fabricação de 3,5 trilhões de cigarros.

Tabagismo no Brasil

No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais. A pesquisa também mostrou que a concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo.

Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino. (INCA)

Doenças associadas ao uso dos derivados do tabaco

São muitos os estudos que evidenciam que o consumo de tabaco e seus derivados causam quase 50 doenças diferentes, principalmente doenças cardiovasculares, câncer e doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite).

Além disso, esses estudos mostram que o tabagismo é responsável por

  • 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora); 25% das mortes causadas por doenças cardiovasculares (angina e infarto); 45% das mortes causadas por doença coronariana em pessoas com menos de 60 anos; 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio em pessoas com menos de 65 anos; 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral); 85% das mortes causadas por doença pulmonar obstrutiva crônica (bronquite e enfisema); 90% dos casos de câncer no pulmão; 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero).
  • O tabagismo ainda pode causar: Impotência sexual no homem; Complicações na gravidez; Aneurismas arteriais; Úlcera do aparelho digestivo; Infecções respiratórias; Trombose vascular.

Em 2030, o câncer será responsável por cerca de 10 milhões de mortes no mundo, o tipo com maior mortalidade será o câncer de pulmão responsável por quase 20% das mortes.

No Brasil, o câncer de pulmão é o tipo de tumor mais letal e também uma das principais causas de morte no país. As estimativas sobre a incidência e mortalidade por câncer, publicadas a cada dois anos pelo INCA indicam que, em 2011 o número de casos novos de câncer de pulmão será de 17.800 entre homens e de 9.830 nas mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 18 casos novos a cada 100 mil homens e 10 para cada 100 mil mulheres.

O hábito de consumo de tabaco é o mais importante fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pulmão. Estima-se que 80% a 90% da incidência de câncer de pulmão seja atribuída ao fumo. Comparados com os não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão.

Nenhuma outra medida teria tanto impacto na redução da incidência do câncer como a eliminação do tabagismo.


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