Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

AP atendeu em 2017 somente 1% das mulheres na faixa etária mais propensa ao câncer de mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/04/2018 - Data de atualização: 12/04/2018


Com uma cobertura de 260 procedimentos em 24 mil esperados em 2017, o Amapá figura na última posição do país no desempenho da oferta de exames de mamografia para mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, a mais propensa ao câncer de mama, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Os números divulgados pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) apontam a deficiência na cobertura do Sistema Único de Saúde (SUS), que ofereceu os exames a pouco mais de 1% das mulheres na faixa.

O procedimento feito com aparelho é o principal responsável por detectar o câncer de mama, e a realidade da baixa cobertura aconteceu em todo o país no ano passado, como no Distrito Federal, onde foram realizados 5 mil exames enquanto eram esperados 158,7 mil; e em Rondônia, que ofereceu 5,7 mil procedimentos diante de uma expectativa de 76,9 mil mulheres na faixa etária.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que realiza o exame por meio de uma empresa credenciada e que, para ampliar o atendimento, está em processo de compra de um novo mamógrafo e finalizando a manutenção do já existente, no Hospital de Clínicas Dr. Alberto Lima (Hcal). O Governo estadual é o único que possui o equipamento na rede pública.

O mamógrafo da rede de saúde, inclusive, chegou a ficar quebrado por dois anos e parte dos procedimentos foi custeado pelo SUS na rede particular. A precariedade do aparelho foi alvo de ação judicial do Ministério Público Federal (MPF), que ordenou o retorno imediato do serviço.

No índice de cobertura feito pela Sociedade Brasileira de Mastologia, o Amapá caiu da penúltima posição em 2016 para a última no ano passado.

Ausência de pacientes

Enquanto no SUS a realização das mamografias é baixa, o Serviço Social do Comércio (Sesc) em Macapá lamentou ao longo de 2017 a falta de mulheres interessadas no exame.

Realizados gratuitamente todos os dias na carreta "Saúde da Mulher", os procedimentos sofrem com a baixa procura que não atinge a cota diária de 20 atendimentos.

"A gente acha que é um pouco de receio, porque muitas ainda não fizeram o exame, tem medo, que possa doer, mas gente, é muito importante. Queremos atender todas as mulheres nessa faixa etária", declarou em 2017 à Rede Amazônica, Nazaré Leitão, diretora de Saúde do Sesc.

Poucos recursos

O levantamento da SBM aponta ainda que o Governo Federal investiu apenas R$ 122,8 milhões de R$ 510,7 milhões previstos para atender a mulheres entre 50 e 69 anos, as mais atingidas pelo câncer de mama.

Fonte: G1 Amapá

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.

Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive