Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

"Acolhimento é determinante", afirmam pacientes com câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/02/2019 - Data de atualização: 07/02/2019


Beatriz foi diagnosticada com leucemia aos 4 anos/Arquivo pessoal

"Acho que o primeiro ponto que ajudou na recuperação da minha filha foi o sentimento de acolhimento por parte da equipe", afirma Erika Kubo, de 42 anos, mãe de Beatriz Kubo, de 9.

Hoje curada, Beatriz, que foi diagnosticada com leucemia linfóide aguda aos quatro anos, venceu a doença em 2016, após três anos de tratamento. 

Além do acolhimento, o diagnóstico rápido ajudou na cura da doença. "Ela fez exames em abril e estava tudo bem. Quando ela sentiu as dores e recebeu o diagnóstico era setembro, então foi muito rápido", conta a mãe de Beatriz.

De acordo com a oncologista pediátrica Carlota Blassioli, do Hospital do GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), a rapidez para identificar a doença é um dos principais fatores que determina o sucesso do tratamento. 

Segundo a oncologista, a qualidade de vida do paciente durante e após o tratamento é determinante para sua recuperção. "É um tratamento longo e difícil, e isso modifica muito a vida dessas pessoas, então é importante que tanto essas pessoas, quanto a família tenham um acompanhamento terapêutico. Quando o paciente está bem, está feliz, ele responde melhor ao tratamento", afirma.

Para Erika, manter a animação durante o tratamento também foi um dos fatores que ajudou a filha a curar a doença. "No hospital a gente vê que tem algumas crianças que ficam mal humoradas, e percebemos que elas têm uma dificuldade de passar por isso, que não vai aguentar", afirma a mãe de Beatriz.

Depois de curada, Mara e a família começaram a participar de corridas/Arquivo pessoal

Esse bom humor e fé no tratamento ajudaram a bancária Mara Perillo, 56, a enfrentar o câncer de mama, diagnosticado em abril de 2010.

"Quando você vê alguém em estado terminal [de câncer], percebe que a pessoa começa a perder a voz e a força, e eu decidi que não ia ficar daquele jeito", relata Mara, que não faltou em nenhuma das sessões de quimioterapia.

Segundo Mara, o acolhimento recebido durante o tratamento, tanto da equipe, quanto da família, não a deixaram ter tempo para chorar pela doença.

Depois de curada, a experiência gerou a "vontade de ser útil" e se reinserir na sociedade, motivando-a a viajar e conhecer o mundo, e a participar de corridas com a família.

"Para mim, hoje é uma honra ser uma vitoriosa, ter passado pela quimioterapia e curado o câncer", afirma Mara.

Erika, a mãe de Beatriz, partilha do mesmo sentimento. "Tudo isso foi uma lição para nós. Hoje somos muito mais gratos a tudo e não brigamos mais por qualquer coisa", completa.
 

Fonte: R7

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive