Tipos de Câncer

Síndrome Mielodisplásica

Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD Mundipharma Astellas UICC Libbs GBT Abbvie Ipsen Sanofi Grunenthal Daiichi Sankyo


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Abordagem Geral do Tratamento da Síndrome Mielodisplásica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 28/10/2017 - Data de atualização: 28/10/2017


O transplante de células tronco geralmente é considerado a única opção curativa para pacientes com síndrome mielodisplásica e pode ser o tratamento de escolha para pacientes mais jovens quando existir um doador compatível. Este é o tratamento indicado para quase todas as crianças. Para pacientes idosos, pode-se administrar quimioterapia em alta ou baixa dose. Para qualquer uma dessas opções, o melhor é esperar que a doença esteja avançada para fazer o transplante.

Quando o transplante não for uma opção, a síndrome mielodisplásica não é considerada curável. Nesse caso, o objetivo é aliviar os sintomas e evitar complicações e efeitos colaterais do tratamento. Os pacientes com taxas sanguíneas  moderadas e poucos sintomas podem ser cuidadosamente observados sem tratamento por um determinado tempo. Se a diminuição das taxas sanguíneas estiver provocando problemas, tratamentos de suporte como transfusões, fatores de crescimento de células sanguíneas e, possivelmente, andrógenos podem ser úteis.

Se um paciente tem o tipo 5q de síndrome mielodisplásica, a lenalidomida é frequentemente usada como primeiro tratamento. Se este medicamento não responder, o tratamento com azacitidina ou decitabina é geralmente a próxima opção.

O tratamento com azacitidina ou decitabina é frequentemente a primeira escolha para pacientes com síndrome mielodisplásica sem o cromossomo 5q. A azacitidina pode ser injetada por via subcutânea. O principal efeito colateral destes fármacos é uma queda precoce das taxas sanguíneas, assim como ocorre com a maioria dos medicamentos quimioterápicos.

Um grande benefício para os pacientes que recebem azacitidina ou decitabina é que eles precisam de menos transfusões e têm uma melhor qualidade de vida. Em particular, se eles respondem bem, apresentam menos fadiga. Esses medicamentos também podem aumentar a sobrevida de alguns pacientes.

A quimioterapia convencional é uma opção para alguns pacientes com síndrome mielodisplásica avançada, como aqueles cuja classificação prognóstica é de alto risco, pacientes cuja doença parece estar se tornando uma leucemia aguda. Infelizmente, este tratamento é tóxico para pacientes idosos ou com outros problemas clínicos. Para pacientes jovens e em bom estado geral de saúde, o tratamento é similar ao tratamento da leucemia mieloide aguda.

Fonte: American Cancer Society (02/07/2015)


Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2022 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive