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Ablação e outras Terapias Locais para Câncer de Rim

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/11/2014 - Data de atualização: 01/06/2020


Sempre que possível, a cirurgia é o tratamento principal para os cânceres renais que podem ser removidos. Para pacientes que não têm condições físicas, ou por outros problemas de saúde, de realizar uma cirurgia, outras abordagens podem ser usadas para destruir os tumores renais.

  • Crioterapia. A crioterapia (ou crioablação) utiliza uma temperatura extremamente fria para destruir o tumor. Nessa técnica, uma sonda é inserida no tumor, através da pele ou durante uma cirurgia laparoscópica. Gases muito frios são administrados através desta sonda, congelando a região onde está localizada lesão, destruindo assim o tumor. Para ter certeza que o tumor é destruído, o médico observa as imagens do tumor durante o procedimento (com auxílio do ultrassom, tomografia computadorizada ou ressonância magnética) ou mede a temperatura dos tecidos. O tipo de anestesia utilizado para a crioterapia depende de como o procedimento será realizado. Os efeitos colaterais incluem sangramento e lesões aos rins ou outros órgãos.
     
  • Ablação por radiofrequência. Essa técnica utiliza ondas de rádio de alta energia para aquecer o tumor. Uma sonda fina como uma agulha, é inserida através da pele até atravessar totalmente o tumor. A inserção da sonda é guiada por ultrassom ou tomografia computadorizada. Quando a sonda está posicionada, uma corrente elétrica é passada através da sonda, aquecendo o tumor e destruindo as células cancerígenas. A ablação por radiofrequência geralmente é feita em ambulatório, com anestesia local. Os efeitos colaterais são raros, mas podem incluir hemorragias e danos aos rins e outros órgãos próximos.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/02/2020, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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