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64% das pessoas com câncer de rim desconheciam a doença

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/06/2019 - Data de atualização: 24/06/2019


O câncer de rim é quase sempre diagnosticado “por acaso” devido à ausência de sinais e sintomas claros e específicos e pela falta de protocolos de rastreamento. Por isso, a International Kidney Cancer Coalition (IKCC), da qual o Instituto Oncoguia faz parte, celebra o Dia Mundial do Câncer de Rim no dia 20 de junho, para levar mais informação e orientar sobre a doença. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que 6.270 novos casos seriam registrados em 2018, sendo 3.760 homens e 2.510 mulheres.

“O cenário de câncer de rim no Brasil é complexo e em desenvolvimento. Muito se avançou em termos de conhecimento e de tratamentos para os diversos estágios da doença. Porém, se por um lado observamos na medicina este avanço, por outro lado essa realidade ainda não está disponível para toda a população brasileira”, ressalta Luciana Holtz, presidente do Oncoguia.

Em 2018, o instituto realizou uma pesquisa exclusiva sobre a jornada do paciente com a doença no Brasil que apontou que 100% dos entrevistados tiveram o câncer diagnosticado incidentalmente e de forma demorada. Além disso, todos consideram que o desconhecimento próprio e até mesmo por parte dos médicos sobre a doença prejudicaram a descoberta da doença.

Ainda assim, dos 64% de pacientes que não sabiam nada sobre a doença antes de tê-la, 12% ainda conhecem muito pouco mesmo após o diagnóstico e 22% não sabem dizer com precisão qual o tipo de câncer de rim que têm.

Embora o cenário mostre a necessidade de mais informações, a opinião dos médicos se divide quando o assunto é prevenção: 46% acreditam que o câncer de rim poderia ser prevenido se reduzidos seus fatores de risco e 46% acham que não é necessário a adoção de mais esforços de prevenção por ser um câncer de baixa incidência na população.

Desafio do diagnóstico

O diagnóstico do câncer de rim é um dos momentos mais desafiadores para os pacientes. Por ser uma doença silenciosa, normalmente o câncer é descoberto durante a investigação para outros problemas de saúde. Essa dificuldade se revela na pesquisa: para 63% dos entrevistados, o diagnóstico foi um dos problemas mais relevantes em suas jornadas como pacientes.

Com idade média de 45 anos no momento do diagnóstico, 26% dos participantes da pesquisa já descobriram o câncer em estágio avançado e mais de 20% já metastático. Hoje, 36% deles têm metástase.

SUS x privado

Para pacientes do SUS, os desafios são ainda maiores. Tanto que muitos pacientes pagam por exames particulares para ter o diagnóstico concluído e depois migram para o SUS na hora de realizar o tratamento. Além disso, normalmente o tempo entre diagnóstico e início do tratamento leva mais de dois meses.

Para os médicos entrevistados, 5% concordam que é difícil o diagnóstico precoce no sistema privado (particular e convênio) e 76% concordam que é difícil o diagnóstico no SUS. Mas para eles, a principal diferença entre SUS e sistema privado é o acesso a tratamentos mais específicos.

Metodologia

Inicialmente, foi realizado um estudo transversal quantitativo com 73 pacientes e/ou familiares e outro com 42 médicos de todo o País por meio de serviço de pesquisas on-line. O questionário continha dados de perfil, sociodemográficos e avaliação de percepção da jornada do paciente em relação a conhecimento, diagnóstico, tratamento e impactos da doença na vida. Na segunda etapa, de caráter qualitativo, foram realizadas entrevistas em profundidade com 11 pacientes e familiares e com cinco médicos especialistas em câncer de rim, sendo 93% oncologistas e 5% urologistas.  

Informações para a imprensa:
Francine Estevão - francineestevao@oncoguia.org.br  
Natalia Gonzales - nataliagonzales@oncoguia.org.br 
(11) 5171-7950 // (11) 98790-0241


 



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