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5 Maneiras para Ajudar a Minimizar o Impacto do Diagnóstico de Câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/09/2012 - Data de atualização: 29/09/2012


Nos últimos anos, fiz mais do que apenas percorrer um longo caminho emocional, e prático, sobre meu tratamento de Linfoma. Ao mesmo tempo em que as reflexões antigas permaneciam na minha cabeça, dúvidas como "porque eu?", ou até mesmo "por quanto tempo eu vou viver?", eu descobri pequenas dicas e diferentes enfoques, que me ajudaram a passar por tudo isso:

  • Agradeça tudo o que você tem

Eu não tenho tanta sorte. Tenho um Linfoma agressivo, que não pode ser curado, me restando apenas alguns tratamentos. No entando, a falta de sorte que tenho por estar doente é recompensada por ter o apoio de minha esposa, família e amigos, que me ajudam tanto do emocional, como prático. Também tenho a sorte de contar com um bom plano de saúde, não tendo assim grandes preocupações financeiras. Sempre que preciso ir ao hospital, lembro que muitas pessoas estão em situações bem piores. E que eu não tenho o direito de reclamar.

  • Uma coisa de cada vez

Não é possível processar todas as informações e detalhes do tratamento. O melhor conselho que recebi da equipe médica responsável pelo meu tratamento foi que eu levasse o meu tratamento passo a passo. Me preocupar sempre com o estágio atual, não com o futuro. Dividindo o tratamento em etapas, eu também poderia celebrar cada etapa, comemorar cada vitória.

  • Não se assuste com as estatísticas

No meu caso, eram as piores. Mas como qualquer estatística, se trata de uma média, e eu sou um indivíduo. No início, levei muito a sério as estatísticas, mas no decorrer do tratamento vi que elas variam com a idade, estado geral de saúde, tratamentos anteriores, o que acabou aumentando as minhas chances. Alguns médicos me abriram os olhos quanto a isso.

  • Se informe, mas não tanto

Logo que fui diagnosticado, passei muito tempo pesquisando sobre a doença na internet. Procurava, além de informações científicas, relatos de pacientes, com suas experiências com a doença. Com o tempo encontrei um meio termo, entre a informação que eu precisava para me sentir confiante, mas não tanto, a ponto de tornar uma obsessão e me preocupar ainda mais. Dentre as informações, preferi acreditar mais no que era me dito pelos médicos que cuidavam do meu tratamento.

  • Crie o seu banco de dados

Minha vida estava em risco e eu precisava gerenciar meus exames, informações e interações com minha equipe médica. Comecei fazendo um fichário, organizado por tópicos. Com o tempo passei tudo para o iPad, para facilitar as anotações em cada consulta. Sempre me preparava antes de cada consulta, e de acordo com tudo que tinha anotado, me sentia mais confiante para questionar os médicos sobre possíveis mudanças no meu tratamento. Meus médicos me conheciam por ser um paciente competente e preparado, o que acabou por estreitar nossas relações.

Essas são as minhas sugestões práticas. Sinta-se a vontade para sugerir e complementar, adequando assim para uma reflexão mais profunda sobre a sua vida e seu tratamento. Tenha sempre em mente o que você quer que a sua vida seja, durante e após o tratamento. Nada disso tornou meu tratamento mais fácil ou menos sofrido, mas com certeza ajudou a torná-lo mais viável para mim e para aqueles que se importam comigo.

Andrew Griffith
Paciente Canadense


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