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[CÂNCER DE PULMÃO DE PEQUENAS CÉLULAS] Marcela Balestra

Compartilhando Experiência



Essa entrevista foi preenchida em 18/04/2015

  • Marcela Balestra, compartilha a história do seu pai, diagnosticado com câncer de pulmão, nos a fim de dividir sua experiência e, quem sabe, ajudar outras pessoas que estejam passando pelo mesmo momento.

    Leia abaixo a história de Marcela.

    Essa é a história do meu Pai, que enfrenta a doença bravamente. Sou uma filha esperançosa, que conta com a ajuda de pessoas como vocês pra buscar a cura, ou tratamentos adequados para essa doença que destrói tantas famílias.

    Descobrimos a doença do meu pai em abril de 2014, desde então muita coisa mudou em nossas vidas.

    Tudo começou com uma falta de ar constante, meu Pai repentinamente se sentia cada vez mais cansado, e percebia que já não conseguia realizar as tarefas do seu cotidiano... até que certo dia, ela não conseguia respirar e corremos com ele para o hospital, quando chegamos lá descobrimos que meu Pai tinha sofrido de um derrame pleural. Nesse momento nos sentimos sem chão, não sabíamos como lidar com a internação dele.

    Foi aí que começamos a investigar o motivo desse derrame, conseguimos um encaixe num ótimo hospital que acolheu meu Pai, e minha família, após uma biopsia foi confirmado o terrível diagnóstico. Sim, ele tinha câncer, no pulmão, no mediastino, com pequenos tumores migrando para a área abdominal. Naquele momento nos vimos perdidos, a força que encontramos foi em Deus, que nos mostrava uma esperança. No dia que nós tivemos o diagnóstico internaram meu pai, e ele permaneceu lá por cerca de vinte dias muito difíceis, chegamos a imaginar que perderíamos ele pro câncer.

    Com os meses iniciaram as sessões intermináveis de quimioterapia, e a reação do meu pai a elas era cada vez pior, tínhamos a sensação de que a quimioterapia estava fazendo ele piorar, mas o resultado veio com tempo... em alguns meses meu Pai voltou a se alimentar, retiraram a sonda... e hoje tenho orgulho de dizer que tenho um guerreiro que tenho a honra de chamar de MEU PAI..

    O diagnóstico me aproximou ainda mais do meu Pai, quando imaginei a possibilidade de perde-lo notei que eu precisava me manter próxima, que eu precisava dar orgulho pro homem da minha vida, eu percebi que o abrigo mais seguro sempre seria o abraço do meu bom velhinho..

    A doença modificou muito o estado de humor dele, modificou a nossa rotina, e mudou a nossas vidas. Hoje minha família renasceu, nós vivemos um dia de cada vez, pois não sabemos o que esperar, não sabemos o que pode acontecer com ele. O que nos manteve de pé foi a fé em Deus, e a persistência do meu pai em viver, a luta ainda não acabou.. meu guerreiro encontra em fase de tratamento, continua as sessões de quimioterapia, porém hoje vemos o brilho da esperança em seu olhar, podemos sentir que o abraço dele demonstra a enorme vontade de viver, a enorme vontade de vencer essa doença!

    Desejo a todos os familiares e pacientes que obtiverem esse diagnóstico que não percam a esperança, e aqueles que perderam seu familiares e amigos, desejo de coração que Deus os conforte, quero deixar meu muito obrigada a esse site, que me emocionou com as histórias, e me mostrou que juntos somos um! Estamos JUNTOS nessa batalha!

    Que Deus nos abençoe!


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