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[CÂNCER DE PULMÃO DE PEQUENAS CÉLULAS] Kelly

Compartilhando Experiência



Essa entrevista foi preenchida em 19/11/2019

  • Instituto Oncoguia - Você poderia se apresentar? Kelly - Meu nome é Kelly, tenho 33 anos e em outubro deste ano perdi meu pai após uma complicação na cirurgia (onde seria realizado uma terceira biopsia para identificar o câncer). Meu pai teve água na pleura devido ao enorme tumor que já estava em seu pulmão e, numa tentativa de tirar essa água e aproveitar para realizar mais uma biopsia, os médicos se deparam com toda região tomada pelo câncer. Mesmo com todos os exames do meu pai sendo muito bons, como por exemplo o exame cardiológico e de oxigenação, meu pai teve uma hemorragia e perdeu muito sangue. Ele foi para o CTI, mas sobreviveu por somente dois dias...
  • Instituto Oncoguia - Quem em sua família tem/teve câncer? Kelly - Meu pai, mas também já tive minhas avós paterna e materna e também um tio paterno.
  • Instituto Oncoguia - Sabemos que o diagnóstico de um câncer também tem um impacto grande na família, como você lidou com esse momento? Kelly - O diagnostico em si só veio após o falecimento do meu pai... Mas tudo já indicava se tratar de um câncer. Os médicos deixavam bem claro que as chances de ser um câncer eram grandes (mais de 90%). No primeiro momento foi desesperador para toda a minha família, já que já tivemos outros casos de câncer onde o familiar não tinha durado muito tempo. Choramos muito, mas nos apoiamos muito mais e a nossa fé e esperança ajudaram a enfrentar com mais firmeza.
  • Instituto Oncoguia - Quais foram os principais desafios enfrentados? Kelly - A dificuldade de entender e aceitar a doença, alem da demora por respostas de exames e dos médicos...
  • Instituto Oncoguia - De que forma você ajudou seu familiar? Kelly - O familiar em questão era meu pai e sempre fomos muito esperançosos que tudo daria certo. Sempre passamos isso à ele... Demonstramos o tempo todo o nosso carinho e amor que sentíamos, mesmo não sabendo com certeza do que se tratava e até quando ficaríamos naquela situação.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou se informar sobre a doença? Isso lhe ajudou? Kelly - Sim, mas de uma certa forma não ajudou muito porque já era tarde demais...
  • Instituto Oncoguia - Você buscou apoio psicológico? Se sim, de que forma isso lhe ajudou? Kelly - O apoio psicológico veio de dentro do hospital por espontaneidade da psicóloga, que sempre aparecia para conversar e oferecer ajuda ao familiares.
  • Instituto Oncoguia - Após a descoberta do câncer no seu familiar, você ficou mais atento com a sua própria saúde? De que forma você se cuida? Kelly - Sim, procuro fazer exames rotineiros e sempre aviso o médico que passo sobre meus históricos familiares de câncer... Procuro sempre me informar sobre quais os tipos de exames disponíveis para descobrir ou me prevenir de um futuro câncer.
  • Instituto Oncoguia - Que conselho ou dica você daria para um familiar que esta enfrentando o câncer em casa? Kelly - Ter acima de tudo muita fé e esperança. Confiar em Jeová sempre.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Instituto Oncoguia? Kelly - Através do Google, fazendo pesquisas.


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