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[CÂNCER DE PULMÃO] Kelly Bernardo

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Essa entrevista foi preenchida em 01/06/2018

  • Instituto Oncoguia - Você poderia se apresentar? Kelly - Sou Kelly Bernardo, tenho 35 anos de idade. Casada e tenho uma bebê.
  • Instituto Oncoguia - Quem em sua família tem/teve câncer? Kelly - Minha mãe.
  • Instituto Oncoguia - Sabemos que o diagnóstico de um câncer também tem um impacto grande na família, como você lidou com esse momento? Kelly - Momento extremamente difícil pois recebemos o diagnostico de Metástase de carcinoma espino celular.
  • Instituto Oncoguia - Quais foram os principais desafios enfrentados? Kelly - Creio que tudo foi difícil, mas o pior foi tentar entender que a minha mãe tinha uma doença fatal e que nada poderia ser feito a não ser o tratamento paliativo.
  • Instituto Oncoguia - De que forma você ajudou seu familiar? Kelly - De todas formas possíveis. Eu fui uma espécie de escudo de tudo de ruim que fomos informados que o câncer iria causar. Minha mãe tinha problema psiquiátricos há 40 anos. Ela teve esquizofrenia e era controlado, mas poupamos ela sobre o diagnóstico pois sabíamos que seria muito mais difícil para ela enfrentar a sua realidade naquele momento.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou se informar sobre a doença? Isso lhe ajudou? Kelly - Todas as informações possíveis. Ajudou a entender todas as causas e consequências que a neoplasia traria. Me ajudou lidar melhor com a minha mãe em relação ao tratamento paliativo.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou apoio psicológico? Se sim, de que forma isso lhe ajudou? Kelly - Não houve tempo. Estava vivenciando dia após dia a progressão da doença eu era seus braços e pernas. Nestes 5 meses não deixei ela um dia se quer para nada inclusive para buscar ajuda psicológica para mim. Quando a medica pneumo me indicou uma consulta com o pessoal do paliativo já era tarde pois mi ha mãe veio a falecer 7 dias depois. Não deu tempo!
  • Instituto Oncoguia - Após a descoberta do câncer no seu familiar, você ficou mais atento com a sua própria saúde? De que forma você se cuida? Kelly - Agora após 15 dias que sepultei minha mãe eu já fui ao ginecologista fazer exames de rotina e penso e não quero conviver em ambientes de pessoas tabagistas. De quando recebi o diagnóstico da minha mãe que foi fumante por 35 anos, todas as vezes que vejo um fumante faço questão de me apresentar e dizer que estava e hoje que perdi minha mãe de forma terrível para o tabagismo.
  • Instituto Oncoguia - Que conselho ou dica você daria para um familiar que esta enfrentando o câncer em casa? Kelly - Um conselho que daria é AMOR. CUIDAR, AMAR aquele ente querido todos os dias como se fosse o último. Isso é reconfortante depois que se perde o ente querido no meu caso minha mãe.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Instituto Oncoguia? Kelly - Procurando casos similares igual o de minha mãe. Procurando filhos que passaram por situações parecidas com a minha, na busca de uma palavra de conforto e de perceber que não fomos os únicos a passar por situações trágicas acometidos pelo câncer.
  • Instituto Oncoguia - Você tem alguma sugestão a nos dar? Kelly - De imediato, não!


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