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[TUMOR DE EWING] Guilhermina da Maia

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Essa entrevista foi preenchida em 07/07/2015

  • Instituto Oncoguia - Você poderia se apresentar? Guilhermina - Me chamo Guilhermina da Maia, tenho 53 anos e moro em Balneário Camboriú, SC.
  • Instituto Oncoguia - Quem em sua família tem/teve câncer? Guilhermina - Meu filho Nikolas.
  • Instituto Oncoguia - Sabemos que o diagnóstico de um câncer também tem um impacto grande na família, como você lidou com esse momento? Guilhermina - Foi com certeza o momento mais difícil de nossas vida. Do dia pra noite tudo mudou, foi uma busca frenética da cura, joguei tudo pro alto e me mudei de mala e cuia (como diz o ditado) e para Campinas (SP) no Hospital Boldrini, referencia em tratamento de câncer infantil na América Latina. O Nikolas na época tinha completado 10 anos.
  • Instituto Oncoguia - Quais foram os principais desafios enfrentados? Guilhermina - O maior desafio foi se mostrar forte diante de tudo, ver o amadurecimento dele, como ele resolveu enfrentar tudo de frente, me dando forca em certos momentos. Também foi difícil lidar com a descoberta, com o medo, responder as perguntas que ele me fazia, a internet hoje tem dois lados, já que tudo que ele ouvia dos médicos sobre o Sarcoma de Ewing, procurava na internet, sobre os medicamentos da quimio, também, sabia qual seria os efeitos colaterais...
  • Instituto Oncoguia - De que forma você ajudou seu familiar? Guilhermina - Espero ter feito tudo que estava ao meu alcance em todos os momentos, bons e ruins.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou se informar sobre a doença? Isso lhe ajudou? Guilhermina - Com certeza! Busquei tanto na internet, com os médicos, enfermeiros... Enfim, perguntei muito, estudei, pesquisei, procurava muito saber o que tinha de novidade sobre a doença, os avanços nas pesquisas etc...
  • Instituto Oncoguia - Você buscou apoio psicológico? Se sim, de que forma isso lhe ajudou? Guilhermina - No próprio Boldrini tem uma equipe de psicólogos tanto pro paciente, quanto pros familiares. Foi importante, principalmente as historias compartilhadas. Você acha que está tudo muito mal, mas vem alguém com outra historia muito pior que a sua.
  • Instituto Oncoguia - Após a descoberta do câncer no seu familiar, você ficou mais atento com a sua própria saúde? De que forma você se cuida? Guilhermina - Bom, houve uma mudança drástica em tudo: na alimentação, na forma de ver a vida (que antes  era muito corrida), trabalho, estudo sem dar importância, só ir vivendo... E de repente vem algo e te sacode, te joga pra cima e não tem rede em baixo... Você se esborracha.
  • Instituto Oncoguia - Que conselho ou dica você daria para um familiar que esta enfrentando o câncer em casa? Guilhermina - Com minha experiência o carinho e a paciência e tudo (tudo, tudo) eles ficam muito emotivos, agressivos e você tem que ter jogo de cintura pra ajudá-los.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Instituto Oncoguia? Guilhermina - Vi aqui na internet.
  • Instituto Oncoguia - Você tem alguma sugestão a nos dar? Guilhermina - Tenho sim, que a família seja muito, muito tolerante, e encha de carinho e amor enquanto podem, porque por mais que fiz tudo que estivesse em nosso alcance, tem horas que acho que poderia ter feito mais.


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