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[CÂNCER DE PRÓSTATA] D.F.G.L

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Essa entrevista foi preenchida em 15/09/2019

  • Instituto Oncoguia - Você poderia se apresentar? D.F.G.L - Meu nome é Dalva, tenho 59 anos e sou casada há 38 anos. Descobrimos o câncer de próstata em um exame de rotina.
  • Instituto Oncoguia - Quem em sua família tem/teve câncer? D.F.G.L - Minha mãe teve câncer de mama bilateral, meu tio câncer de pulmão e meu marido agora está com câncer de próstata. 
  • Instituto Oncoguia - Sabemos que o diagnóstico de um câncer também tem um impacto grande na família, como você lidou com esse momento? D.F.G.L - Não sabia como lidar, pois sempre tenho que socorrer minha mãe em outra cidade e, quando ele foi pegar o resultado da biopsia, o médico deu a notícia pra ele sozinho. Ele me ligou e  perdemos o chão. Na minha cabeça veio todo trauma das retiradas das mamas de minha mãe e a morte muito triste do meu tio.
  • Instituto Oncoguia - Quais foram os principais desafios enfrentados? D.F.G.L - Entrar pelo convênio e saber que tenho de esperar a carência. O pior é depender do transporte fornecido pela prefeitura. Saímos sempre de madrugada, todos no carro são radioterápicos, mas minha decepção é o tipo de transporte. Outra dificuldade é que meu marido faz o tratamento numa cidade há três horas de São Sebastião e tive de brigar para acompanha-lo. Apesar de ter 66 anos e estar com câncer, fui informada de que ele é saudável e não tinha direito à acompanhante. Insisti muito, pois ele está depressivo. Ouvi a frase que "iria tirar lugar de um paciente".
  • Instituto Oncoguia - De que forma você ajudou seu familiar? D.F.G.L - Com amor, carinho, também o acompanhando nas sessões de rádio, apesar de minha limitação física (tenho prótese na coluna cervical) e mesmo indo sentada atrás no carro. Agora estou alugando um quarto para acomoda-lo quando não conseguir estar com ele.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou se informar sobre a doença? Isso lhe ajudou? D.F.G.L - Sim, logo após o diagnóstico entrei na internet e li alguns livros.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou apoio psicológico? Se sim, de que forma isso lhe ajudou? D.F.G.L - Ainda não tive tempo, mas necessito urgente.
  • Instituto Oncoguia - Após a descoberta do câncer no seu familiar, você ficou mais atento com a sua própria saúde? De que forma você se cuida? D.F.G.L - Por causa da minha mãe e do meu tio faço os exames de rotina. Todas as mulheres da família da minha mãe (duas irmãs e pelo menos 3 primas) morreram, como elas falam, " daquela doença".
  • Instituto Oncoguia - Que conselho ou dica você daria para um familiar que esta enfrentando o câncer em casa? D.F.G.L - É triste e desesperador no início, mas o nosso familiar está mais apavorado. Para minha mãe é um fantasma que não sai da vida dela, mesmo estando curada.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Instituto Oncoguia? D.F.G.L - Uma paciente que vai junto conosco me falou de vocês.
  • Instituto Oncoguia - Você tem alguma sugestão a nos dar? D.F.G.L - Ajude os pacientes a se informarem dos direitos à acompanhantes, percebi o medo delas de serem cortadas do transporte se levarem alguém. Olha no carro vão pessoas de 60 a 70 anos, sem acompanhantes!


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