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[Câncer de Glândula Suprarrenal] Zenilde Andreolla

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 09/02/2019

  • Instituto Oncoguia - Quem é você? (idade, profissão, tem filhos, casada, cidade e estado?) Zenilde - Sou Zenilde, tenho 38 anos, trabalho como Assistente de Educação (secretária), tenho 2 filhos (Wesley 19 e Diogo 7), sou casada e resido em São José do Cedro, SC.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Zenilde - O primeiro exame foi um ultrassom que realizei por sentir uma espécie de movimentação e algo mais sólido na região abdominal.
  • Instituto Oncoguia - Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Zenilde - Sim: fadiga e crescimento de pelos.
  • Instituto Oncoguia - Quais dificuldades você enfrentou para fechar o seu diagnóstico? Zenilde - Nenhuma, mas só tive a confirmação após cirurgia.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou quando recebeu o diagnóstico? O que sentiu? No que pensou? Zenilde - Que tudo acabou. Senti muita tristeza, pensamentos de não ter vivido o suficiente... Pensei que seria forte e daria conta do tratamento pelos meus filhos, famílias e amigos.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Zenilde - Em ficar muito fraca e sentir dor.
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Zenilde - Fazem três anos que realizei cirurgia e estou em tratamento adjuvante com mitotano, sem previsão de término.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é o tratamento mais difícil? Por quê? Zenilde - Aceitação... Por que ainda não aceitei ter uma vida diferente.
  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral diante ao tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? Zenilde - Vários, como vômito, diarreia e fraqueza é o que mais tenho. Minha família é quem mais me incentiva.
  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? Zenilde - Ótima.
  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? Zenilde - Sim... Endocrinologista, radioterapeuta, cardiologista, psicólogo e urologista. Em virtude da cirurgia e tratamento.
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. Zenilde - Sim... Fiz tratamento para aceitação da doença. Foi de suma importância me fez entender algumas coisas e me colocou pra cima.
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Zenilde - Estou afastada do trabalho, preciso realizar atividades físicas para não perder musculatura, ainda não atingi a dosagem da medicação ideal. Mas me sinto bem consigo ter uma vida praticamente normal, devido a medicação tenho meus altos e baixos e meu corpo não responde fisicamente como antes.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Zenilde - No início me afastei durante um ano tentei voltar durante um ano e meio mas sem muito sucesso. Hoje estou afastada.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou seus direitos? Se sim, quais? Zenilde - Sim, apenas referente ao valor do tratamento.
  • Instituto Oncoguia - Quais são seus projetos para o futuro? Zenilde - Me adaptar a doença, não voltar ao meu trabalho e o mais importante, cuidar e acompanhar a vida de meus filhos.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Zenilde - Que somos especiais, escolhidos por Deus para viver essa experiência pois, trago comigo muitas lembranças e coisas boas dos momentos que vivi, dos abraços, do carinho, de pessoas que encontrei de lugares que conheci.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Oncoguia? Zenilde - Curiosidade... Internet.
  • Instituto Oncoguia - Você tem alguma sugestão a nos dar? Zenilde - Não.
  • Instituto Oncoguia - O que você acha que deveria ser feito para melhorar a situação do câncer no Brasil? Deixe um recado para os políticos brasileiros! Zenilde - Estudos acredito que temos muitos. O que mais tive e tenho dificuldade é quanto a aquisição da medicação. Apesar de ser ressarcidas via estado a cada 10 dias tenho que correr atrás da aquisição por que o estado só paga por caixinha. Não libera valor para compra da medicação para trinta dias... Já temos que conviver com a doença é desesperador interromper o tratamento por alguns dias e ter que se preocupar com isso.


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