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[Câncer de Rim] Leidiene Alves de Jesus Barbosa

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 03/07/2019

Leidiene Alves de Jesus Barbosa
  • Instituto Oncoguia - Quem é você? (idade, profissão, tem filhos, casada, cidade e estado?) Leidiene - Meu nome é Leidiene, tenho 29 anos, sou servidora pública e trabalho como técnica de  enfermagem. Sou casada, tenho dois filhos e resido em Sobradinho, DF.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Leidiene - Sentia uma dor lombar. Um dia associado, a essa dor, senti tonturas e vômitos. Resolvi procurar a emergência e lá descobri que estava com câncer através de uma tomografia.
  • Instituto Oncoguia - Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Leidiene -
    Dor lombar (fraca, mas constante), tonturas, vômitos e perda peso repentina.
  • Instituto Oncoguia - Quais dificuldades você enfrentou para fechar o seu diagnóstico? Leidiene - Não tive dificuldade. O dia que procurei o médico já descobri.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou quando recebeu o diagnóstico? O que sentiu? No que pensou? Leidiene - Fiquei triste e desesperada. Acreditei que ia morrer porque fazia exatamente um ano que tinha perdido um tio de primeiro grau com câncer no mesmo órgão.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Leidiene - Se ia conseguir ficar bem para cuidar dos meus filhos.
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Leidiene - Já tem um ano e seis meses de tratamento e, atualmente, faço imunoterapia. Pra mim, a fase mais difícil foi o início: lidar com o estado emocional que ainda não digeriu bem a informação e, junto, ter aguentar todos aqueles sintomas advindos do tratamento. Isso foi o mais difícil.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é o tratamento mais difícil? Por quê? Leidiene - Considero a quimioterapia a mais difícil, pois me senti muito agredida por ela. Mudei toda a minha fisionomia e, além disso, não conseguia comer e o que comia vomitava. Emagreci demais!
  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral diante ao tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? Leidiene - Senti enjoos, falta de apetite, calafrios, constipação e fadiga. Pros enjoos, tomava água com limão gelada e era o que ajudava além do remédio. Pra constipação, laxantes naturais. Os demais não tive muito o que fazer...
  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? Leidiene - Foi e é ótima até hoje.
  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? Leidiene - Sim... Enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. Leidiene - Hoje não faço mais. Fiz no começo e achei extremante importante alguém que pudesse me ouvir sem me preocupar se estava preocupando aquela pessoa com meus medos e sentimentos em relação a doença.
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Leidiene - Hoje vivo bem, consigo conciliar o tratamento com minha vida social tranquilamente.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Leidiene - Estou afastada do trabalho atualmente por causa do câncer.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou seus direitos? Se sim, quais? Leidiene - Não tive problemas até agora.
  • Instituto Oncoguia - Quais são seus projetos para o futuro? Leidiene - Voltar a trabalhar com algo diferente do que eu fazia antes da doença.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Leidiene - Só diria para ter calma que aquele sentimento desesperador vai passar. E também que é uma doença que requer vigilância, mas tem tratamento. O câncer não é sentença de morte, é só mais uma doença com várias possibilidades de tratamentos.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Oncoguia? Leidiene - Através das redes sociais.
  • Instituto Oncoguia - O que você acha que deveria ser feito para melhorar a situação do câncer no Brasil? Deixe um recado para os políticos brasileiros! Leidiene - Fornecer um melhor aporte aos pacientes dos SUS. Tanto medicamentoso quanto em relação a exames, consultas, terapias. Isso deveria sim ser mais fácil. Além disso, trazer possibilidades de tratamentos e exames que já são usados fora do Brasil. Isso garante um leque maior de opções - o que aumentaria os casos de sucessos nos tratamentos.


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