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[Câncer Colorretal] Juliana Ruiz dos Santos

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 22/10/2017

Juliana Ruiz dos Santos
  • Instituto Oncoguia - Quem é você? (idade, profissão, tem filhos, casada, cidade e estado?) Juliana - Meu nome é Juliana Ruiz dos Santos, tenho 35 anos, sou casada e tenho um filho de 1 ano e 10 meses. Sou bancária e moro em Sarandi, PR.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Juliana - Eu descobri que tinha câncer depois que comecei a sentir cólicas abdominais muito fortes e constantes. Eu tomava Buscopan e as dores sumiam, mas voltava sempre no dia seguinte e essas dores pioravam sempre depois que eu comia. Então procurei um gastro pois eu achava que estava com intolerância a algum alimento. Mas, depois de alguns dias, comecei a sentir uma massa no meu abdome ao me apalpar.
  • Instituto Oncoguia - Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Juliana - O primeiro sinal que eu tive do câncer e que eu não dei atenção foi na alteração do meu ritmo intestinal. Eu era meia ressecada e costumava ir no banheiro a cada 2 dias. De repente eu comecei a ir todos os dias as vezes até 2 vezes ao dia, e as fezes eram mais moles.
  • Instituto Oncoguia - Quais dificuldades você enfrentou para fechar o seu diagnóstico? Juliana - Eu fiz uma ultrassom do abdômen que indicou que eu estava com um nódulo na região do íleo do intestino. Depois, fiz uma tomografia que confirmou que tinha uma massa no meu colon ascendente. Então fiz uma colonoscopia, que confirmou que eu estava com câncer colorretal.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou quando recebeu o diagnóstico? O que sentiu? No que pensou? Juliana - Quando recebi o diagnostico fiquei em estado de choque, demorou um pouco pra cair a ficha. Senti muito medo de morrer, pois tenho um filho pequeno. Pensei no meu marido, nos meus pais e irmãos.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Juliana - Pensava no meu filho que tinha apenas 1 ano e meio, que eu precisava viver pra cuidar dele. Pois ele merecia ter uma mãe por perto assim como eu tive a minha.
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Juliana - Depois que saiu o resultado da biópsia, fiz a cirurgia e tirei uma parte do intestino grosso e agora estou fazendo as quimioterapias. Já fiz 7 de um total de 12 que tenho que fazer.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é o tratamento mais difícil? Por quê? Juliana - Passei muito mal depois da minha cirurgia, acabei ficando na UTI por 3 dias. Mas, apesar disso. Ainda acho que a quimioterapia é pior, pois me deixa com muitos enjoos, e os remédios pra enjoo em mim parece não surtir efeitos.
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Juliana - Hoje estou mais confiante na cura. Conheci muitas histórias de pessoas que superaram a doença e parei de ver o câncer como uma sentença de morte. Hoje só consigo pensar que vou me curar, que esta é apenas uma fase da minha vida que logo vai passar. E que tudo que acontece em nossas vidas tem um propósito bom. O câncer me fez valorizar mais a vida e as pessoas. Ser uma pessoa melhor e mais otimista.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Juliana - Eu estou afastada do meu trabalho, mas vivo uma vida normal. Fico mal apenas na semana que faço a quimioterapia depois tudo volta ao normal, cuido do meu filho da minha casa e aproveito cada momento.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Juliana - O conselho que dou é que não se desesperem. Mantenham o foco na cura e não pensem em coisas ruins, pois isso só vai te deixar mais estressado e doente. Reze confie em Deus, confie na cura.


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