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[Câncer de Rim] Felicia Noeak

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 06/08/2019

Felicia Noeak
  • Instituto Oncoguia - Quem é você? (idade, profissão, tem filhos, casada, cidade e estado?) Felicia - Bem me chamo Felicia e tenho 61 anos. Sou comerciante, divorciada e hoje viúva. Tenho 1 filha com 30 anos e sou de São Paulo, capital.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Felicia - Há 2 anos fui no cardiologista e ele, como sempre, pedia exame de urina. Fiz 1, 2 vezes e ele me pediu mais um exame de urina pois minha urina estava escura. Acabei não fazendo e 1 ano e 9 meses depois dei entrada no pronto socorro com a urina puro sangue. Depois de um dia inteiro fazendo exames me internaram com uma grave infecção urinária e já sabiam pelos exames que eu tinha 1 tumor com quase 5 cm. Retirei o rim direito 15 dias depois e faço acompanhamento médico pois o rim esquerdo resolveu ficar preguiçoso.
  • Instituto Oncoguia - Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Felicia - Só urina escura, pois já vinha sangrando e no dia da internação senti uma dor muito forte na região do rim.
  • Instituto Oncoguia - Quais dificuldades você enfrentou para fechar o seu diagnóstico? Felicia - Não teve dificuldades, os exames mostraram claramente.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou quando recebeu o diagnóstico? O que sentiu? No que pensou? Felicia - Como fiquei arrasada, pois ninguém teve câncer na minha família. Depois que operei também fiquei afastada do trabalho  durante 3 meses e a sensação foi péssima.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Felicia - Que eu poderia ter metástases ou poderia morrer.
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Felicia - Não fiz e nem faço quimioterapia. Meu oncologista falou que não precisava. Faço a cada 3 meses exame de sangue completo, tomografia do tórax e tomografia do abdome total. Além disso, faço dieta com uma nutri especializada em rim e aprendi a comer e beber 2 litros de água - coisa que nunca fazia.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é o tratamento mais difícil? Por quê? Felicia - O mais difícil foi não poder comer muitas coisas que eu gosto, mas já acostumei nos legumes arroz e muita salada.
  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral diante ao tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? Felicia - Não tenho absolutamente nada, só que recentemente apareceu uma pedrinha discreta na minha vesícula.
  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? Felicia - Minha relação é ótimo com o Dr. E isso me tranquilizou desde o começo.
  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? Felicia - Sim. Nefrologista, urologista, nutricionista e faço academia pois tenho que sempre ser acompanhada por eles na questão da creatinina para tentar baixar o máximo e ver se o rim esquerdo começa a filtrar melhor.
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. Felicia - Não faco e nem precisei, pois como meus médicos falaram o "meu sorriso e minha farra me salvaram".
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Felicia - Minha vida voltei ao normal: trabalho, tenho minha casa, minha filha, minha loja e estou feliz.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Felicia - Trabalho há 45 anos no mesmo lugar.
  • Instituto Oncoguia - Quais são seus projetos para o futuro? Felicia - Meus projetos, como o médico falou, tenho mais 3 anos pra escutar deles: você está livre. Parabéns.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Felicia - Se manter forte, não deixar a peteca cair e seguir de cabeça erguida sempre.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Oncoguia? Felicia - Pelo Facebook.
  • Instituto Oncoguia - O que você acha que deveria ser feito para melhorar a situação do câncer no Brasil? Deixe um recado para os políticos brasileiros! Felicia - Não gosto de política, mas os hospitais públicos deveriam a ser olhados com mais carinho, pois são eles os médicos e toda equipe que nos salvam.


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