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[Câncer de Mama] Edivane Feliciana

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 07/12/2022

Edivane Feliciana
  • Instituto Oncoguia - Comece fazendo uma breve apresentação sobre você? (idade, profissão, se tem filhos, casado(a), onde você mora...) Edivane -
    Meu nome é Edivane, tenho 35 anos, sou casada, tenho uma filha chamada Thaissa de 17 anos, sou moradora de Santos, no bairro José Menino. Trabalho como auxiliar em uma loja de cosméticos.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Edivane -
    Eu já sentia um caroço na mama, mas como era começo de pandemia (2020) eu não tive acesso. Quando finalmente fui fazer exames suspeitaram que o caroço era sobra de leite, porém no retorno para o serviço voltou a ficar dolorido, pois eu pegava muito peso. Era dolorido, latejava e quando relatei para o meu marido ele sentiu também, pois era palpável. Peguei um encaminhamento com urgência e me foi fado um encaminhamento para o Instituto da Mulher, onde tem médico mastologista. 
     
    O segundo câncer foi agora, dia 19/07, eu tive uma infecção na mama e comecei o tratamento com antibiótico, fui fazer uma ultrassom e deu que tinha um nódulo e aí fiz biópsia e deu que era câncer novamente.
  • Instituto Oncoguia - Você enfrentou dificuldades para fechar o seu diagnóstico? Se sim, quais? Edivane -  Não tive nenhuma dificuldade, fiz todo meu tratamento (tanto do primeiro como do segundo) pelo SUS.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou diante do diagnóstico? Quer nos contar o que sentiu, o que pensou? Edivane -
    Meu chão se abriu diante dos meus pés. Eu sou a primeira com câncer de mama da família,  então tive que aprender tudo sozinha com ajuda dos médicos e depois com ajuda de outras pacientes oncológicas e ajuda da minha grande amiga Michelle que também é paciente. O que não sabia ela sempre me ajuda, segue me ajudando até hoje.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Edivane -
    Minha preocupação era com minha filha, que na época tinha 15 anos, como seria?
    Ela já tinha depressão, a minha grande preocupação era com ela.  
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Edivane -
    1° tratamento 2020: comecei as quimioterapias,  4 vermelhas. Me sentia enjoada,15 dias depois meu cabelo caiu.
     
    Depois 4 brancas, sentia muitas dores do quadril. Caíram todos os cabelos, fiquei com cara de doente realmente. Logo depois fiz quadrante e 18 sessões de radioterapia e tratamento seguiu. No segundo tratamento fiz cirurgia, quimioterapia branca, está sendo pior que da primeira vez, as pernas me deixaram de cama e estou mais enjoada. 
     
     

  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é/foi o tratamento mais difícil? Por quê? Edivane -
    Quimioterapia está sendo complicada, te deixa muito abatida, com dores, enjoada e metalizada, está sendo terrível. Radioterapia me deixou com queimaduras na mama e tive infeção. 
     

  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral do tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? Edivane -
     Fiquei muito enjoada, remédios me ajudaram. 
     
     

  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? Edivane -
    Da primeira vez a médica era maravilhosa, muito humana. Agora na segunda vez eu troquei de médica, pois me senti exposta com ela falando alto na frente de outros pacientes e me senti maltratada, o hospital achou melhor trocar de médica. 
     

  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? Edivane - Eu já passava pneumologista e ginecologista, agora tenho que passar no cardiologista e algumas vezes eu passo no psicólogo.
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. Edivane - Sim e recomendo para outras pessoas passarem.
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Edivane - Ainda estou em tratamento com quimioterapia.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Edivane - Eu estou afastada desde 2020.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou seus direitos? Se sim, quais? Edivane - Alguns direitos como passagem grátis e alguns direitos no banco.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Edivane - Procure psicológico para ter apoio emocional e procure seus direitos como paciente.


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