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[Câncer de Mama] Darlene Lima

Aprendendo Com Você



Essa entrevista foi preenchida em 02/03/2019

  • Instituto Oncoguia - Quem é você? (idade, profissão, tem filhos, casada, cidade e estado?) Darlene - Tenho 31 anos. Não tenho filhos, sou solteira, da cidade de Peruíbe, litoral de São Paulo.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Darlene - Sofri um acidente de carro no fim de 2017... E apareceu um módulo. Achei que fosse por conta do acidente e que iria sumir, mas em maio de 2018 resolvo fazer um ultra-som de mama, pois começará às doer.
  • Instituto Oncoguia - Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? Darlene - No decorrer dos meses de 2018 o módulo foi crescendo e começando a doer, a dor era como agulhadas e pontadas doloridas que não havia como disfarçar a dor quando ela vinha. E cada vez foi ficando mais constante.
  • Instituto Oncoguia - Quais dificuldades você enfrentou para fechar o seu diagnóstico? Darlene - Não tive muitas dificuldades. A maior dificuldade foi marcar um oncologista pela primeira vez, existe uma demora quando você vai na consulta a primeira vez.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou quando recebeu o diagnóstico? O que sentiu? No que pensou? Darlene - Perdi meu chão.... Várias coisas passaram pela minha cabeça, afinal eu descobri com apenas 30 anos de idade... Na minha família, nem por parte de pai nem mãe tem histórico de câncer. É como se um buraco começasse a abrir em baixo dos meus pés.
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? Darlene - Tirar a mama inteira... Ter que depender de alguém pra fazer as coisas e estar sozinha.
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? Darlene - Realizei a cirurgia em 15 de dezembro, foi feito o quadrante e o esvaziamento da axila. Agora em fevereiro fiz a 1° sessão de quimioterapia que está me deixando bem abalada.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é o tratamento mais difícil? Por quê? Darlene - Acho que tanto a cirurgia quanto a quimioterapia são momentos difíceis, tenho meus pais graças a Deus e minha irmã que estão me apoiando muito. Mas fui abandonada pela pessoa que eu amava e dizia me amar também (minha ex namorada). Desde que você descobre que tem a doença você fica muito vulnerável só que as pessoas não entendem que você precisa de atenção, carinho, cuidados. Teu psicológico fica extremamente abalado e é assim que eu estou me culpando e achando porque eu tenho que passar por tudo isso... E o porque as pessoas me abandonam quando eu mais preciso, quando eu sempre estive ao lado de todos quando todos precisaram.
  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral diante ao tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? Darlene - Na cirurgia senti algumas dores somente.
  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? Darlene - Foi bem tranquila, ele me apoiou bastante e me incentivou muito. Além disso, ele me colocou em uma lista de grupo de mulheres novas com diagnóstico de câncer de mama.
  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? Darlene - Com um oncologista pra ouvir uma segunda opinião, além do tratamento que o mastologista estava passando.
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. Darlene - Não faço, mas acho que quem puder fazer tem que fazer... é difícil aguentar tudo sozinha... E chorar as escondidas é ruim demais, a gente precisa muito de apoio nesse momento.
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? Darlene - Minha vida hoje está de cabeça pra baixo... Me sinto triste, sozinha apesar de ter meus pais e irmã, me sinto como se eu estivesse só... Minha namorada terminou nosso relacionamento na minha doença, onde disse que estaria comigo pra tudo... Me colocou mais pra baixo do que já estava.
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? Darlene - Eu estou afastada pelo INSS.
  • Instituto Oncoguia - Você buscou seus direitos? Se sim, quais? Darlene - Consegui me afastar pelo INSS, pois pago o carnê laranja. Também tirei o cartão de estacionamento preferencial.
  • Instituto Oncoguia - Quais são seus projetos para o futuro? Darlene - Não tenho projetos e nem expectativas.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? Darlene - É difícil é sim, mas a gente tem que se manter equilibrada e deixar que as pessoas cuidem de você, afinal, esse é o momento onde nós mais precisamos de alguém.
  • Instituto Oncoguia - Como você conheceu o Oncoguia? Darlene - Na internet.


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